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Anunciantes protestam contra acordo entre Yahoo! e
Google
da Reuters, em Los Angeles
A Associação Nacional dos Anunciantes dos Estados Unidos protestou, em
comunicado, contra a parceria entre Google e Yahoo! na área de
.
A carta, mandada ao vice-secretário de Justiça, Thomas Barnett, afirma que 'uma
parceria entre Google e Yahoo! pode controlar 90% da
em mecanismos
de buscas na internet'.
A parceria "provavelmente reduzirá competição, aumentará concentração de poder
de mercado, limitará escolhas atualmente disponíveis e elevará preços que os
anunciantes pagam pela
em links patrocinados", afirma a a entidade,
representante de grandes anunciantes do país.
O Yahoo! refutou essas acusações. Segundo a empresa, os preços dos anúncios
serão determinados por leilões entre os anunciantes, e não pelas empresas de
internet.
O porta-voz do Google, Adam Kovacevich, afirmou que "muitos anunciantes
reconheceram que esse acordo vai ajudá-los a equilibrar seus anúncios e o
interesse do público, e que os preços continuarão a ser definidos por meio da
competição".
Em junho deste ano, Google e Yahoo! fecharam um acordo para a área de
on-line, nos Estados Unidos e no Canadá. As duas empresas afirmavam
na época que não era necessária a aprovação de órgãos regulatórios de comércio,
mas que adiaram voluntariamente o início da parceria por cerca de três meses até
que essas entidades aprovassem o negócio.
Pelo acordo, o Yahoo! vai exibir anúncios comercializados pelo Google em seu
sistema de buscas e outros sites --como a aliança não prevê exclusividade, o
Yahoo! poderá escolher entre exibir seus próprios anúncios, os do Google ou de
outros parceiros.
A empresa de internet espera que a aliança seja responsável por um faturamento
de US$ 800 milhões por ano --o valor estimado para os primeiros 12 meses é de
US$ 250 milhões a US$ 450 milhões.
O Google espera que o acordo seja implementado ainda em setembro.
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