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Estudo liga falta de vitamina E à decadência
física na velhice
da France Presse, em Washington
A baixa concentração sangüínea de vitamina E,
geralmente associada a uma má alimentação, está
ligada à decadência das funções físicas nas
pessoas mais velhas, de acordo com estudo
publicado esta semana no periódico "Journal of
the American Medical Association".
A pesquisa foi realizada com 698 pessoas com
idade igual ou maior que 65 anos, em Toscana
(Itália), entre novembro de 1998 e maio de 2000.
As pessoas que participaram da pesquisa
continuaram sendo monitoradas durante os três
anos seguintes.
Os cientistas mediram a proporção sangüínea de
vários micronutrientes deste grupo, entre eles
as vitaminas E, B6, B12 e D.
A pesquisa avaliou as condições físicas em
relação a testes padrões, conseguindo
estabelecer correlação entre a baixa
concentração de vitamina E e a diminuição de
suas capacidades físicas.
Radicais livres
Em outra análise, os dados mostraram que a falta
de vitamina E é a principal causa da diminuição
das capacidades físicas a partir dos 81 anos.
"Esses estudos mostram que um aumento do
estresse oxidativo acarreta danos musculares ou
do DNA, exacerba a arteriosclerose e contribui
para uma degeneração dos neurônios", escreve a
doutora Benedetta Bartali, da faculdade de
medicina da Universidade Yale, co-autora do
trabalho.
Sob efeito do estresse, o organismo já não está
em condições de neutralizar a produção de
radicais livres que oxigenam as células e
aceleram seu envelhecimento.
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