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Batalha pelo formato de DVDs está decidida; é hora de vender
A tecnologia Blu-ray, da Sony, parece próxima de vencer a guerra do formato de
DVDs, depois que uma fonte na Toshiba anunciou que a empresa está planejando
encerrar seus negócios com o padrão HD DVD em função do apoio anunciado por
grandes estúdios de Hollywood e por cadeiras de varejo como a Wal-Mart ao padrão
Blu-ray.
Os consumidores sairão ganhando, com filmes de melhor qualidade e preços mais
baixos, quando a Toshiba finalmente abandonar o desenvolvimento de sua
tecnologia para DVDs, pondo fim à longa batalha para definir o formato dos
discos de próxima geração.
Reuters

Disco Blu-Ray de 50 GB armazena filmes em altíssima definição
Os espectadores que desejam DVDs de melhor definição não terão mais de escolher
entre formatos rivais incompatíveis. Um formato único deve acelerar a adoção de
uma nova tecnologia no mercado de DVDs domésticos, que movimenta US$ 24 bilhões.
Mas, embora devam obter melhor qualidade de som e imagens de resolução mais alta
- e provavelmente vão esperar para comprar até que os preços dos aparelhos caiam
à metade -, os consumidores provavelmente terão de substituir seus televisores
para aproveitar ao máximo a nova tecnologia.
"O fim da guerra de formatos já estava demorando demais, e ela frustrou e
confundiu os consumidores. Agora, os fornecedores poderão concentrar recursos na
tecnologia Blu-ray", disse Claudio Checchia, analista do grupo de pesquisa IDC.
"Prevejo um impulso mais firme para o Blu-ray no segundo semestre, resultando em
mais conteúdo, mais aparelhos e preços mais atraentes para esses produtos na
temporada de festas."
Checchia disse que o mais barato dos aparelhos de Blu-ray disponível no mercado
é o console de videogame Playstation 3, da Sony, que custa cerca de US$ 400. "Os
preços dos aparelhos precisam cair a US$ 200 ou menos antes que o mercado de
massa se interesse. Antecipo que as empresas devam promover cortes agressivos de
preços, agora que a incerteza causada pela guerra de formatos foi decidida",
acrescentou.
Reuters
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