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Museu leva selva para dentro de Belém
Uma das mais antigas e respeitadas instituições
cientificas da região, o museu Emílio Goeldi apresenta a vida amazônica a quem o
visita. O parque do museu, área verde com árvores nativas, abriga peixe-boi,
onça-pintada, pirarucu e vitória-régia, entre outros habitantes da Amazônia. Há
ainda coleções de botânica, zoologia, arqueologia, etnologia e antropologia,
além de um aquário.
Outro lugar em que o turista vislumbra a floresta em área urbana é o Mangal das
Garças, onde é apresentado a aves e à vegetação amazônicas. Além desses cartões
de visita da selva em área urbana, de Belém partem passeios para ilhas, praias e
igarapés.
Pedro Carrilho/Folha Imagem

Igreja das Mercês, no centro antigo de Belém do Pará; confira outros destaques
do destino
Pelo rio
A ilha de Cotijuba tem 20 quilômetros de praias de água doce,algumas desertas e
outras com infra-estrutura de serviços, além trilhas e florestas. Outra opção
são passeios de barco por furos --comunicação natural entre dois rios-- e
igarapés do rio Guamá, com direito a caminhada na floresta.
A maior ilha da região, e, de fato, a maior ilha fluviomarinha do mundo, Marajó
fica a três horas de barco de Belém. Para quem tiver tempo, é um bom complemento
à viagem.
Além dos búfalos, a ilha tem praias, vilas, como Soure e Salvaterra, berços do
carimbó e do lundu (danças regionais), e atrações como passeios por igarapés e
observação de aves.
MUSEU EMÍLIO GOELDI
Av. Magalhães Barata, 376; ingresso: R$ 4; tel.: 0/xx/91/3219-3358
www.museu-goeldi.br
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