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"Palácio Rosa" de Waikiki ficará menos rosa após reforma
JAYMES SONG
s, em Honolulu
Na última vez em que esse lendário hotel rosa foi fechado
para reforma, era fim da Segunda Guerra e o arame farpado
que se estendia pelas areias de Waikiki havia acabado de ser
recolhido.
Tanto tempo depois, o Royal Hawaiian Hotel fechou suas
portas novamente. Desta vez, o resort de 528 quartos à
beira-mar só abrirá em 1º de janeiro de 2009, após
renovações da ordem de US$ 110 milhões.
AP

Localizado em Honolulu, na ilha de Oahu (Havaí), o lendário
Royal Hawaiian Hotel passará por uma reforma de US$ 110
milhões
Os proprietários querem que o chamado "Palácio Rosa do
Pacífico" volte a ser o que era em seu auge, muitas décadas
atrás, quando era considerado o máximo em luxo, conforto e
classe no Havaí.
A característica fachada rosa e a arquitetura hispano-moura
não mudarão. Mas o interior receberá grandes alterações e,
surpreendentemente, ficará menos rosa.
Lá se vão as toalhas de mesa, os guardanapos, as toalhas, os
lençóis e até mesmo os guarda-chuvas rosas e brancos do bar
Mai Tai, pertencente ao hotel. A atual mobília e os papéis
de parede também serão coisa do passado.
É uma grande mudança no hotel, inaugurado em 1927. Mas os
administradores afirmam que o rosa não sumirá de vez. "Ainda
seremos o hotel rosa, com certeza", diz Lisa Morrill,
diretora de vendas e marketing do hotel.
O estabelecimento foi durante anos o local de diversão de
políticos poderosos, estrelas de Hollywood e outros ricos e
famosos, dos Rockefellers aos Beatles, incluindo Marilyn
Monroe, Natalie Wood e Dean Martin. O drink Shirley Temple,
por exemplo, foi criado quando a atriz, ainda criança,
visitava o hotel nos anos 30.
O preço da diária (cerca de US$ 300) deve subir para US$ 400
quando o "Palácio Rosa" reabrir.
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