|
Vida marinha
pode desaparecer neste século com o descaso dos
governantes
Emissões de gás carbônico provocadas pelo homem não
causam apenas o aquecimento global da Terra, mas
também alteram o pH dos mares e oceanos, elevando
sua acidez até níveis que poderiam acabar com a vida
marinha em poucas décadas.
 |
Á mais de 30 anos a
farsa do (Kyoto), dizendo-se inventada para
salvar o planeta, mas resultou apenas em
passeio turístico de desocupados políticos.
Ante que tudo
acabe, de seu apoio ao site:
http://sfb-br.org
|
A advertência faz
parte de um estudo publicado nesta quinta-feira na
revista Science e do qual participaram pesquisadores
do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC),
da Instituição Catalã de Pesquisa e Estudos
Avançados (ICREA), e da Universidade Autônoma de
Barcelona (UAB).
O estudo explica que, nos últimos 300 milhões de
anos, a química marinha sofreu "profundas mudanças",
embora nenhuma "tão rápida, grande e global como a
atual". A acidificação marinha acontece à medida que
o CO2 emitido pela atividade humana - originada
fundamentalmente pela queima de combustíveis fósseis
- é absorvido pelos oceanos.
Esse processo prejudica muitas formas de vida
marinha e interfere principalmente no
desenvolvimento das espécies com carapaça ou
esqueleto de carbonato cálcico, como corais e
moluscos. O pesquisador do Instituto de Ciências do
Mar Carles Pelejero adverte que a acidificação dos
oceanos já está afetando algumas espécies de
fitoplânctons próprias de altas latitudes que são a
base principal da dieta de salmões e baleias, entre
outros animais marítimos, e portanto um elo
essencial das redes tróficas dos oceanos.
Segundo o especialista, "as águas de altas
latitudes, como o oceano Ártico ou o Austral, que
são muito frias e, portanto, muito ácidas e ricas em
CO2, alcançarão em uma ou duas décadas condições
químicas que impedirão que os organismos com
carapaça sobrevivam".
Além disso, os experimentos desenvolvidos em áreas
mais quentes com corais, como a grande barreira
australiana, demonstraram que, "neste lado (do
Pacífico), esta cadeia de corais está bastante
afetada, enquanto na parte do Índico - provavelmente
porque estas águas são mais temperadas - os corais
continuam crescendo".
Atualmente a zona mais afetada, segundo Pelejero, é
a costa oeste do Pacífico, onde os criadores de
ostras já percebem que a fertilidade e o crescimento
dos moluscos são cada vez menores. "O estudo permite
aventurar que nas zonas tropicais - que por terem
águas mais quentes não toleram tanto CO2 -, a
insaturação chegará mais tarde, em cinco décadas",
especificou.
Embora as pesquisas sobre a acidez dos oceanos
costumem basear-se em simulações realizadas em
aquários, para este estudo foram realizadas análises
paleontológicas e geoquímicas. O trabalho também
detalhou momentos da história da Terra associados
com uma profunda acidificação, como o máximo térmico
do Paleoceno-Eoceno há 56 milhões de anos, quando as
emissões vulcânicas e os hidratos de metano
congelados nos fundos marítimos liberaram na
atmosfera grandes quantidades de CO2.
Até mesmo nesse momento, quando aconteceram grandes
extinções, a injeção de CO2 aos oceanos foi, pelo
menos, dez vezes mais lenta que a atual, o que
permite prever consequências mais catastróficas à
mudança antropogênica atual", advertiu Pelejero. A
única solução é reduzir as emissões de CO2 de
maneira drástica e mudar o mais rápido possível o
atual modelo energético, ressaltou outra
colaboradora do estudo, a pesquisadora Patricia
Ziveri.
Pedimos sua atenção por favor abaixo:
Novo sistema de governo (inventado)
para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos,
troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o
seu apoio no site:
http://sfb-br.org
Conheça
o
Ache
Tudo e Região o portal de todos
Brasileiros.
Coloque este portal em seus favoritos. Cultive o
hábito de ler, temos diversidade de informações úteis
ao seu dispor. Seja bem vindo,
gostamos de suas críticas e sugestões, elas nos ajudam a melhorar
a cada ano.
|