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Brasil corre risco de
desabastecimento pontual de combust�veis
A expectativa do Brasil
de alcan�ar autossufici�ncia e a exporta��o de
derivados de petr�leo no horizonte de 2020 agora d�
lugar a preocupa��es com situa��es pontuais de
desabastecimentos de combust�veis, revelou nesta
quinta-feira um estudo do �rg�o regulador do setor.
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O
mercado de combust�veis no Brasil enfrenta,
al�m da insuficiente produ��o, gargalos nos
terminais, cada vez mais procurados por
causa da explos�o das importa��es de
gasolina e diesel, afirmou a Ag�ncia
Nacional do Petr�leo, G�s Natural e
Biocombust�veis (ANP).
Segundo a ag�ncia, a necessidade log�stica
para desembarque dos derivados aumentou 70%
em apenas tr�s anos (2008 a 2011) e "essa
tend�ncia deve ser mantida, caso n�o se
alterem as condi��es de oferta dom�stica e
de crescimento da demanda verificadas nos
anos recentes, uma vez que terminais, bases
e refinarias est�o no limite de capacidade".
Foto www.google.the.br |
Ao elencar
os pontos mais cr�ticos para a garantia do
abastecimento de derivados, a ANP citou tamb�m como
fator de preocupa��o ao abastecimento "sinais
econ�micos apontando para o incentivo � exporta��o
de etanol em 2013, mesmo em um cen�rio de reajustes
dos pre�os da gasolina".
"Apesar de n�o se vislumbrar risco de
desabastecimento sist�mico, ele pode ocorrer
pontualmente, como mostraram alguns epis�dios
ocorridos em 2012", disse o estudo da ANP.
A reguladora revelou ainda preocupa��es com a
capacidade de aumento da oferta pela Petrobras,
considerando que a estatal precisar� concentrar
recursos para explorar petr�leo no pr�-sal e
aumentar sua produ��o de �leo.
"Deve-se frisar que a l�gica
econ�mica incentiva a Petrobras, em contextos de
escassez de recursos, a postergar os investimentos
no downstream, para n�o prejudicar o andamento dos
projetos ao desenvolvimento dos campos da camada
pr�-sal", disse a reguladora no estudo "Evolu��o do
mercado de combust�veis e derivados: 2000-2012".
O mercado de combust�veis foi aberto para a
iniciativa privada no final dos anos 90, mas as
empresas n�o se interessaram em investir em refino
devido � pol�tica de controle de pre�os de
combust�veis, pela qual a Petrobras n�o repassa
instantaneamente a seus pre�os a volatilidade do
mercado internacional.
"As perspectivas de evolu��o da capacidade do parque
de refino nacional n�o aliviam as press�es de curto
prazo sobre a importa��o de derivados, e s�o d�vida
mesmo em prazo mais longo, devido � indefini��o
sobre a realiza��o de alguns projetos", disse a ANP.
As crescentes importa��es de derivados de petr�leo
est�o entre os fatores que afetaram os resultados da
Petrobras em 2012, j� que a estatal vendeu os
produtos a pre�os mais baixos do que os comprados no
mercado internacional. Reuters News
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