|
|
Maconha |
|
 |
|
|
|
|
Cânabis (português brasileiro) ou canábis (português
europeu) (do gênero Cannabis), popularmente maconha,
liamba, erva, marijuana, cânhamo, ganja ou ganza (do
sânscrito गांजा, transl. gañjā, "cânhamo") ou suruma (em
Moçambique) refere-se a um número de drogas psicoativas
derivadas da planta Cannabis.
 |
A forma
herbácea da droga consiste de flores
femininas maturas e nas folhas que subtendem
das plantas pistiladas (femininas). A forma
resinosa, conhecida como haxixe, consiste
fundamentalmente de tricomas glandulares
coletados do mesmo material vegetal.
O principal composto químico psicoativo
presente na cânabis é o Δ9-tetrahidrocanabinol
(delta-9-tetrahidrocanabinol), comumente
conhecido como THC - cuja concentração média
é de até 8%, mas algumas variedades de
maconha (cruzamentos entre a espécie
Cannabis sativa e a Cannabis indica)
comumente conhecidas como skunk ("cangambá",
em inglês) produzem recordes na marca de 33%
de THC. Pelo menos 66 outros canabinóides
estão presentes na Cannabis, como o
canabidiol (CBD) e o canabinol (CBN), muitos
dos quais causam interações psicoativas.
O consumo humano da cânabis teve início no
terceiro milênio a.C.. Nos tempos modernos,
a droga tem sido utilizada para fins
recreativos, religiosos ou espirituais, ou
para efeitos medicinais. As Nações Unidas
estimam que cerca de quatro por cento da
população mundial (162 milhões de pessoas)
usam maconha pelo menos uma vez ao ano e
cerca de 0,6 por cento (22,5 milhões)
consomem-na diariamente. A posse, uso ou
venda da maconha se tornou ilegal na maioria
dos países do mundo no início do século XX;
desde então, alguns países têm intensificado
as leis que regulamentam a proibição do
produto, enquanto outros reduziram a
prioridade na aplicação destas leis. |
Potência
De acordo com o Escritório das Nações
Unidas sobre Drogas e Crime (UNDOC, na sigla em inglês),
a quantidade de tetrahidrocanabinol (THC) presente em
uma amostra de cânabis é geralmente utilizada como
medida de potência desta maconha.[6] Os três principais
tipos de produtos derivados da cânabis são a erva
(maconha), a resina (haxixe) e o óleo (óleo de haxixe).
O UNODC afirma que a maconha frequentemente contém 5 por
cento de seu conteúdo composto por THC, enquanto a
resina pode conter até 20% de conteúdo, e o óleo de
haxixe cerca de 60%.[6]
Um estudo publicado em 2000 no Journal of Forensic
Sciences concluiu que a potência da maconha confiscada
nos Estados Unidos passou de "cerca de 3,3% em 1983 e
1984" para "4,47% em 1997." Concluiu igualmente que
"outros grandes canabinóides [o canabidiol (CBD), o
canabinol (CBN) e o canabicromeno (CBC)] não mostraram
qualquer mudança significativa na sua concentração ao
longo dos anos."
O Centro Nacional de Informação e Prevenção da Cânabis
da Austrália afirma que os 'brotos' da cannabis de Patologia
feminino contêm a concentração mais alta de THC, seguido
pelas folhas. Os caules e as sementes têm "níveis muito
mais baixos". A ONU afirma que as folhas podem conter
dez vezes menos THC do que os brotos, e os caules cem
vezes menos THC.
 |
Formas
Marijuana. MaconhaOs termos maconha, liamba
ou marijuana referem-se às folhas secas das
plantas Cannabis e às flores das plantas
femininas. Este é o modo mais amplo de
consumir-se cannabis. Contém um teor de THC
que pode variar de 3% até 22%; em
contrapartida, a Cannabis utilizada para
produzir linhagens industrais de cânhamo
contém menos de 1% do THC.
Haxixe
O haxixe é uma resina concentrada, produzida
a partir das plantas fêmeas da cânabis. O
haxixe é mais forte do que a maconha, e pode
ser fumado ou mastigado. Ele varia na cor,
de preto ao dourado escuro.
Kief
O kief é feito a partir de tricomas
(incorretamente referida muitas vezes como
"pólen"), retiradas das folhas e flores das
plantas Cannabis. Kief também pode ser
compactado para produzir uma forma de
haxixe, ou consumido em forma de pó. |
Óleo de haxixe
O óleo de haxixe, é um óleo essencial extraído das
plantas Cannabis através da utilização de diversos
solventes. Possui uma elevada proporção de canabinóides
(variando entre 40-90%).
Formas de Consumo
A cânabis é consumida de muitas maneiras diferentes,
sendo que a maioria envolve inalar fumaça ou vapor a
partir de plantas ou cachimbos.
Vários dispositivos existentes são utilizados para fumar
a cânabis. Os mais comumente usados incluem tigelas,
bongs, chilums, papéis e folhas de tabaco embalados.
Métodos locais diferem pela preparação da planta
cannabis antes da sua utilização; as partes da planta
Cannabis que são utilizadas, bem como o tratamento do
fumo antes da inalação.
Um vaporizador aquece a cânabis herbácea 365-410 °F
(185-210 °C), o que faz com que os ingredientes ativos
evaporem em um gás sem queima do material vegetal (o
ponto de ebulição do THC é 392 °F (200 °C) numa pressão
de 0,02 mmHg, e um pouco superior à pressão atmosférica
normal). É a menor proporção de produtos químicos
tóxicos que são liberados pelo tabagismo, embora isto
possa variar, dependendo da forma do vaporizador e a
temperatura em que é definido.
Este método de consumir cannabis produz efeitos
marcadamente diferentes do que fumar devido à inflamação
de pontos de diferentes canabinóides; por exemplo,
cannabinol (CBN) tem um ponto de inflamação de 212,7 °C
e seria normalmente presente na fumaça, mas pode não
estar presente no vapor.
Como uma alternativa ao tabaco, a cânabis pode ser
consumida por via oral. No entanto, a maconha ou o seu
extrato deve ser suficientemente aquecido ou desidratado
para causar descar-boxilação de seus canabinóides mais
abundantes.
A cânabis também pode ser consumida na forma de chá. O
THC é lipofílico e pouco solúvel (com uma solubilidade
de 2,8 mg por litro)para chás. É feito com uma primeira
adição de gordura saturada para uma de água quente e
utilizando uma pequena quantidade de maconha, junto com
chá preto ou verde e algumas folhas de mel ou açúcar,
mergulhada durante cerca de 5 minutos.
 |
Efeitos na
saúde
A cânabis produz efeitos psicoativos e
fisiológicos quando consumida. A quantidade
mínima de THC para poder notar-se um efeito
perceptível é de cerca de 10 microgramas por
quilo de peso corporal. Para além de uma
mudança na percepção subjetiva, as mais
comuns de curto prazo são efeitos físicos e
neurológicos, que incluem aumento da
freqüência cardíaca, diminuição da pressão
do sangue, diminuição da coordenação
psicomotora, e perda de memória. Efeitos a
longo prazo são menos claros. |
Alguns estudos associam o uso prolongado da Cannabis com
o desenvolvimento de cânceres pois sua fumaça possui de
50% a 70% a mais de hidrocarbonos cancerígenos que o
tabaco. Os cânceres mais citados em estudos são os que
afetam o respiratório e o sistema reprodutor.
Efeitos psicoativos
Embora muitos fármacos claramente a inserem na categoria
de qualquer estimulante, sedativo, alucinógeno, ou
antipsicótica, a cânabis contém tanto THC e canabidiol
(CBD), os quais fazem parte da propriedade dos
alucinógenos e principalmente estimulantes. Alguns
estudos sugerem outros canabinóides, especialmente CDB,
encontrado na planta Cannabis que altera a
psicoativadade do THC e efeitos estimulantes.
Questões da saúde
Uso medicinal
A Cannabis é indicada para tratar e prevenir náuseas e
vômitos, para tratamento de glaucoma, espasmos, além de
ser usado como relaxante muscular bem como um analgésico
geral. Estudos individuais também foram realizados
indicando a maconha para tratamento da esclerose
múltipla. Extratos de cânabis também foram criados e
vendidos como medicamentos prescritos nos Estados
Unidos, principalmente para o tratamento da dor e
náusea. Estudos recentes comprovaram a eficácia do THC,
principal substância da maconha, contra o células
cancerígenas.
Em pesquisas com tratamento de câncer há indícios de que
o THC possa induzir as células malsãs a um processo de
autodestruição; além de pesquisas com injeções
intramusculares de concentrações do D9-tetrahidrocanabinol
(D9-THC) retardarem a progressão da imunodeficiência de
macacos infectados com SIV (variante do vírus HIV) por
diminuição da carga viral. Alguns estudos apontam o
consumo de THC como benéfico para portadores de Mal de
Alzheimer.
O brasileiro Dartiu Xavier da Silveira, Doutor em
Psiquiatria e Psicologia Médica, foi responsável por um
estudo com dependentes de crack no qual estes se
dispuseram a tratar sua dependência com maconha. Ao
final do tratamento, 68% dos pacientes abandonaram o uso
de crack, e posteriormente também cessaram o uso de
maconha. O estudo foi publicado na conceituada revista
científica americana Journal of Psychoactive Drugs, em
1999.
Em 2009, um americano entrou para o Guiness Book como a
pessoa que mais fumou maconha "legal" no mundo. Irvin
Rosenfeld possui um câncer raro nos ossos e recebe a
maconha gratuitamente do governo americano como
tratamento. O paciente afirma já ter fumado cerca de 115
mil cigarros de cânabis medicinal, uma média de 10 a 12
por dia, desde 1981, tendo sido o segundo paciente a se
beneficiar da lei que autoriza o uso de maconha para
fins terapêuticos nos Estados Unidos.
Problemas de saúde
Prejuízo cognitivo
A OMS atesta que o uso da maconha comprovadamente
prejudica o desenvolvimento cognitivo (capacidade de
aprendizagem), incluindo processos associativos, a
capacidade de recordar itens previamente escolhidos, o
desempenho psicomotor em uma grande variedade de tarefas
tais como coordenação motora, atenção dividida e tarefas
operativas de vários tipos como desempenho em máquinas
complexas pelo tempo de até 24 horas depois de fumar
somente 20 mg de THC. O uso prolongado de maconha não
causa prejuízos nas capacidades cognitivas (raciocínio,
aprendizado e resolusão de problemas) permanentemente.
Além disso há um aumento no risco de acidentes entre as
pessoas que dirigem quando intoxicadas pela maconha. Seu
uso constante ainda proporciona deficiência de
funcionamento cognitivo que incluem: organização e
integração de informações complexas, mecanismos de
atenção e processos de memória, mas não leva a um maior
comprometimento sem recuperação, pois com a cessação do
uso os efeitos passam.[carece de fontes?]
Problemas respiratórios
O consumo da maconha pode causar ferimento epitelial da
traqueia e dos brônquios, lesões das vias aéreas,
inflamação pulmonar e comprometer a defesa imunológica
contra a infecção pulmonar. Há ainda uma maior
prevalência de sintomas de bronquite crônica e uma maior
incidência de bronquite aguda. A ingestão de fumaça por
tempo prolongado e sem filtro aumenta em muito o risco
de câncer nas vias respiratórias (boca, faringe, laringe
e pulmões).
Além disso, existe o risco de contaminação por diversos
agentes infecciosos que não são destruídos ao se fumar,
sendo possível que a fumaça cause contaminações
pulmonares por fungos e bactérias presentes nas folhas
não preservadas adequadamente. Dentre os problemas mais
comuns estão salmonela, pneumonia, reação alérgicas e
histoplasmose.
Problemas na gravidez
Na gravidez o uso da maconha está associado a alterações
no desenvolvimento fetal levando a uma redução no peso
ao nascer, elevando o risco pós-natal de formas raras de
câncer.
Transtornos psiquiátricos
O uso regular também está associado com o dobro de risco
de surto psicótico e esquizofrenia, transtornos de
ansiedade e transtornos do humor como depressão maior,
distimia, apatia, transtorno do pânico, paranoia,
alucinação, delirium e confusão mental;
Disfunção sexual
Por desregular os hormônios sexuais, o uso frequente
também está associado com câncer de testículo, disfunção
sexual (como a ejaculação precoce ou a anorgasmia) e
diminuição da fertilidade.
Danos cerebrais
Alguns estudos científicos também indicam risco
aumentado de Acidente vascular cerebral e de Mal de
Alzheimer.
 |
Síndrome
de dependência
O risco de dependência é baixo e o risco de
morrer por overdose é quase nulo quando
comparado a outras drogas. A síndrome de
dependência da maconha pode ser identificada
por distúrbios do sono, apatia, perda do
apetite, ansiedade, fadiga, náuseas, pressão
baixa e irritabilidade.
Efeitos a longo prazoA ação de fumar cânabis
é o método mais prejudicial do consumo, uma
vez que a inalação de fumo a partir de
materiais orgânicos, como a maconha, tabaco,
jornais e material pode causar diversos
problemas de saúde.
Em comparação, o estudo sobre o uso da
cânabis através da vaporização, constatou
que "apenas 40% dos indivíduos têm a
probabilidade de relatar sintomas
respiratórios como os usuários que não a
usam por vaporização, mesmo quando a sua
idade, Patologia, utilização do cigarro, e a
quantidade de Cannabis consumida são
controladas." Outro estudo constatou que os
vaporizadores são "um seguro e eficaz
sistema para a utilização da Cannabis." |
História
Cannabis sativa em Dioscórides, edição de Vienna 512
a.C.As primeiras evidências da inalação de cânabis são
datadas do terceiro milênio a.C., tal como indicado
pelas sementes de Cannabis que foram encontradas em um
sítio, onde hoje é a Romênia. Os mais famosos usuários
de maconha daquele tempo eram os hindus da Índia e do
Nepal, os quais deram o nome de ganjika a erva.A antiga
droga soma, mencionada como um alucinógeno estimulante
sagrado, foi por vezes associada a cânabis.
A cânabis também foi utilizada pelo povo assírio, que
descobriu as suas propriedades psicoativas através dos
arianos. Era utilizada em algumas cerimônias religiosas,
onde era chamada qunubu (que significa "caminho para a
produção de fumo"), provável origem da palavra moderna
cannabis.
A maconha também foi introduzida pelos arianos aos
cítios e trácios / dácios, e os xamanes queimavam flores
da Cannabis para induzir um estado de transe. Os membros
do culto de Dionísio, também inalavam maconha durante as
missas. Em 2003, uma cesta cheia de couro com folhas e
sementes de Cannabis foi encontrada no noroeste da
Região Autónoma de Xinjiang Uygur, China. Datava de
próximo a um 2500 a 2800 anos.
A maconha se tornou ilegal nos Estados Unidos em 1937
devido a Marihuana Tax Act of 1937. Várias teorias
tentam explicar por que é ilegal na maioria das
sociedades ocidentais. Jack Herer, um ativista a favor
da legalização da maconha e escritor, argumenta que os
interesses económicos do papel e da indústria química
foram as principais forças para torná-la ilegal.
Hoje, a utilização recreativa da cânabis no mundo
ocidental impulsiona uma considerável procura da droga.
Ela é a colheira lucrativa com maior dimensão nos
Estados Unidos, gerando um valor estimado em US$36
bilhões no mercado. A maior parte do dinheiro não é
gasto no cultivo e produção, mas no contrabando e
fornecimento para os compradores.
O Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência
relatou que geralmente os preços da cânabis na Europa
variam de 2 a 14 euros por grama, tendo a maioria dos
países uma média entre 4-10 euros. O Escritório das
Nações Unidas sobre Drogas e Crime reportou em 2008 que
os preços variavam em sua maioria entre 10/15 dólares
por grama.
Legalização da cannabis
Campanha para a ilegalização da maconha em 1935. Brasil.
A campanha pela legalização da cânabis
ganhou força a partir das décadas de 1980 e 1990,
notadamente apoiada por artistas e políticos liberais.
No Brasil, é uma das bandeiras do político Fernando
Gabeira, que tentou implementar o cultivo do cânhamo
para fins industriais.
PortugalO uso da cânabis em Portugal foi
descriminalizado a 6 de julho de 2000, em uma lei
aprovada pelo Parlamento.
Soro da verdadeA maconha foi utilizada como soro da
verdade pelo Office of Strategic Services (OSS), uma
agência governamental dos Estados Unidos formada durante
a Segunda Guerra Mundial, no início dos anos 1940. Foi o
mais efetivo soro da verdade desenvolvido pela OSS no St.
Elizabeths Hospital; o que causou muita polêmica na
época.
Em maio de 1943, o major George Hunter White, chefe das
operações de contraespionagem dos Estados Unidos,
organizou uma reunião com Augusto Del Gracio, um
porta-voz do gangster Lucky Luciano. A Del Gracio foi
dado cigarros de Cannabis com uma alta concentração de
THC, o que o fez ficar literalmente fora-de-si e falar
sobre uma operação da heroína, organizada por Luciano.
Em uma segunda ocasião, a dose foi aumentada e Del
Gracio desmaiou por duas horas.
Utilização da cânabis com outras drogasBaseado
(português brasileiro) ou charro (português europeu) é o
nome popular dado ao cigarro feito com a cânabis. É
geralmente confeccionado a partir de papéis a base de
arroz, mas também pode ser feito a partir de
guardanapos, cartolina, sacos de pão, papel-seda e
outros materiais. Segundo especialistas, um cigarro de
cânabis equivale ao fumo de cinco cigarros de tabaco.
O baseado também é popularmente conhecido no Brasil como
beck ou "breu" , beise ou ret (uma corruptela da palavra
francesa cigarette); como fino, cabinho ou
perninha-de-grilo, quando contém pouca quantidade de
maconha; ou como bomba, vela ou tora, "charola", quando
contém muita. Quando a quantidade é muito extravagante é
chamado de trave, é chamado viga quando a quantidade é
absurdamente extravagante ou cone, se a abertura for
maior. Já as designações portuguesas variam: paiva(norte
do país), charro, ganza, canhão ou broca sendo as mais
vulgares.
Existem também certas misturas com outros tipos de
drogas, que ganharam nomes populares como freebase e
mesclado (maconha com cocaína), e cabral, "pitico" ou "zirrê"
(maconha com crack).
Adulterantes.
É menos comum a presença de adulterantes
na maconha do que em outras drogas. Giz (na Holanda) e
partículas de vidro (no Reino Unido) têm sido utilizadas
para fazer o produto parecer de melhor qualidade. O uso
de chumbo para aumentar o peso dos produtos de haxixe na
Alemanha provocou intoxicações com chumbo em pelo menos
29 usuários. Na Holanda, foram encontrados dois
similares químicos do Sildenafil (Viagra) em maconha
adulterada.
Referências
1. Compact Oxford Dictionary definition..
2. A situação das drogas em Moçambique (em português).
'Agora'.
3. a b Matthew J. Atha - Independent Drug Monitoring
Unit. Types of Cannabis Available in the UK. Página
visitada em 13-9-2007.
4. a b Rudgley, Richard. Lost Civilisations of the Stone
Age. Nova York: Free Press, 1998. ISBN 0-6848-5580-1
5. United Nations Office on Drugs and Crime (2006), "Cannabis:
Why we should care" (PDF), World Drug Report (S.l.:
Organização das Nações Unidas) 1, ISBN 9-2114-8214-3,
http://www.unodc.org/pdf/WDR_2006/wdr2006_chap2_biggest_market.pdf,
visitado em 10-10-2006 , p. 14.
6. a b c Why does cannabis potency matter?. Escritório
das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (29 de junho de
2009). Página visitada em 27-7-2009.
7. ElSohly; Ross, Mehmedic, et al.. (1 de janeiro de
2000). "Potency trends of D9-THC and other cannabinoids
in confiscated marijuana from 1980-1997". Journal of
Forensic Sciences 45 (1).
8. Cannabis potency. National Cannabis Prevention and
Information Centre. Página visitada em 27-7-2009.
9. Marijuana- Definitions from Dictionary.com.
dictionary.reference.com. Página visitada em 23-6-2008.
10. Título ainda não informado (favor adicionar).
11. Título ainda não informado (favor adicionar).
12. Hashish - Definitions from Dictionary.com.
dictionary.reference.com. Página visitada em 23-6-2008.
13. Título ainda não informado (favor adicionar).
14. Hash Oil Info. Página visitada em 11-5-2009.
15. Physics and Astronomy Online - Ask the Experts.
16. 1989. The Merck Index, 11th ed., Merck & Co., Rahway,
New Jersey.
17. ChemSpider - Cannabinol.
18. Decarboxylation - Does Marijuana Have to be Heated
to Become Psychoactive?.
19. ChemIDplus Lite. chem.sis.nlm.nih.gov. Página
visitada em 8-8-2008.
20. Marijuana and the Brain, Part II: The Tolerance
Factor.
21. Riedel G, Davies SN. (2005). "Cannabinoid function
in learning, memory and plasticity". Handb Exp Pharmacol
(168): 445–77. PMID 16596784.
22. Long-term effects of exposure to cannabis.
23. Adverse effects of cannabis on health: an update of
the literature since 1996.
24. Maconha causa mais câncer que o tabaco, diz estudo.
Folha Online (30 de janeiro de 2008). Página visitada em
14-2-2009.
25. Estudo liga uso de maconha a câncer de testículo. O
Globo (9 de fevereiro de 2009). Página visitada em
14-2-2009.
26. McKim, William A. Drugs and Behavior: An
Introduction to Behavioral Pharmacology (5th Edition). [S.l.]:
Prentice Hall, 2002. p. 400. ISBN 0-13-048118-1
27. Information on Drugs of Abuse. Commonly Abused Drug
Chart. Página visitada em 15-7-2007.
28. Stafford, Peter. Psychedelics Encyclopedia.
Berkeley, CA: Ronin Publishing, Inc, 1992. ISBN
0914171518
29.
http://www.odiario.com/geral/noticia/427219/maconha-diminui-avanco-do-virus-da-aids-em-macacos/
O Diário Maconha diminui avanço do vírus da AIDS em
macacos
30.
http://www.aidsmeds.com/articles/hiv_marijuana_thc_1667_20533.shtml
Marijuana Slows SIV Disease Progression in Monkeys May
27, 2011
31. Molina Patricia E. et al Cannabinoid Administration
Attenuates the Progression of Simian Immunodeficiency
Virus AIDS Research and Human Retrovirus (doi:
10.1089/AID.2010.0218) - POZ magazine version PDF Nov.
2011
32. Eubanks, Lisa M.; Rogers, Claude J.; Beuscher, 4th;
Koob, George F.; Olson, Arthur J.; Dickerson, Tobin J.;
Janda, Kim D. (2006). "A Molecular Link between the
Active Component of Marijuana and Alzheimer's Disease
Pathology". Molecular Pharmaceutics 3 (6): 773–7. doi:10.1021/mp060066m.
PMC 2562334. PMID 17140265.
33. http://rolim.com.br/2006/index.php?option=com_content&task=view&id=776&Itemid=3
34. Homem fuma 115 mil cigarros de maconha medicinal e
estabelece recorde - G1
35.
http://www.who.int/substance_abuse/facts/cannabis/en/
36. http://super.abril.com.br/ciencia/verdade-maconha-443276.shtml
37. http://www.brasilescola.com/drogas/maconha.htm
38. Kurup,V.P., A. Resnick, S.L. Kagen, S. H. Cohen and
J. N. Fink. 1983. Allergenic fungi and actinomycetes in
smoking materials and their health implications.
Mycopathologia 82: 61-64.
39. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=Retrieve&db=PubMed&dopt=Citation&list_uids=16095697
40. http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=2765&ReturnCatID=487
41. http://www.acde.org/common/Marijana.htm
42. http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/09/17/maconha-aumenta-risco-de-desenvolvimento-de-cancer-de-testiculos-em-jovens-925383991.asp
43. Anthony M.A. Smith PhD, Jason A. Ferris, Judy M
Simpson PhD, Julia Shelley PhD, Marian K Pitts PhD,
Juliet Richters PhD. Cannabis Use and Sexual Health.
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1743-6109.2009.01453.x/abstract
44.
http://www.drugs.com/forum/latest-drug-related-news/more-evidence-ties-marijuana-stroke-risk-25372.html
45. Eubanks, Lisa M.; Rogers, Claude J.; Beuscher, 4th;
Koob, George F.; Olson, Arthur J.; Dickerson, Tobin J.;
Janda, Kim D. (2006). "A Molecular Link between the
Active Component of Marijuana and Alzheimer's Disease
Pathology". Molecular Pharmaceutics 3 (6): 773–7. doi:10.1021/mp060066m.
PMC 2562334. PMID 17140265.
46. http://www.cenpre.furg.br/maconha/depend_maco.htm
47. Franjo Grotenhermen. (June 2001). "Harm Reduction
Associated with Inhalation and Oral Administration of
Cannabis and THC.". Journal of Cannabis Therapeutics 1
(3-4): 133-152. DOI:10.1300/J175v01n03_09.
48. Earleywine M, Barnwell SS. (2007). "Decreased
Respiratory Symptoms in Cannabis Users Who Vaporize.".
Harm Reduction Journal 4: 11.
DOI:10.1186/1477-7517-4-11. PMID 17437626.
49. Abrams DI, Vizoso HP, Shade SB, Jay C, Kelly ME,
Benowitz NL. (November 2007). "[url=http://cat.inist.fr/?aModele=afficheN&cpsidt=17821306
Vaporization as a Smokeless Cannabis Delivery System: A
Pilot Study.]". Clinical Pharmacology and Therapeutics
82 (5): 572–8. DOI:10.1038/sj.clpt.6100200. PMID
17429350.
50. Hazekamp A, Ruhaak R, Zuurman L, van Gerven J,
Verpoorte R. (Junho 2006). "Evaluation of a vaporizing
device (Volcano) for the pulmonary administration of
tetrahydrocannabinol". Journal of Pharmaceutical
Sciences 95 (6): 1308–17. DOI:10.1002/jps.20574. PMID
16637053.
51. Nutt D, King LA, Saulsbury W, Blakemore C. (Março
2007). "Development of a rational scale to assess the
harm of drugs of potential misuse". Lancet 369 (9566):
1047–53. DOI:10.1016/S0140-6736(07)60464-4. PMID
17382831.
52. "Cannabis smoke 'has more toxins'", BBC News, 19 de
dezembro de 2007.
53. "Study Finds No Link Between Marijuana Use And Lung
Cancer", Science Daily, 26 de maio de 2006. Página
visitada em 17-4-2009.
54. "Study Finds No Cancer-Marijuana Connection", The
Washington Post, 26 de maio de 2006. Página visitada em
17-4-2009.
55. Cannabis bigger cancer risk than cigarettes: study.
Reuters. Página visitada em 2-12-2008.
56. http://super.abril.com.br/ciencia/verdade-maconha-443276.shtml
57. "Marijuana compound may stop spread of breast cancer",
Fox News, 19 de novembro de 2007. Página visitada em
17-4-2009.
58. Henquet C, Krabbendam L, Spauwen J, et al.. (January
2005). "Prospective Cohort Study of Cannabis Use,
Predisposition for Psychosis, and Psychotic Symptoms in
Young People.". British Medical Journal 330 (7481).
DOI:10.1136/bmj.38267.664086.63. PMID 15574485.
59. Patton GC, Coffey C, Carlin JB, Degenhardt L,
Lynskey M, Hall W. (Novembro 2002). "Cannabis Use and
Mental Health in Young People: Cohort Study.". British
Medical Journal 325 (7374): 1195–1198. DOI:10.1136/bmj.325.7374.1195.
PMID 12446533.
60.
http://www.schizophrenia.com/prevention/streetdrugs.html#can
61.
http://www.proad.unifesp.br/pdf/cannabis_pode_realmente_causar_esquizofrenia.pdf
62. Halpin SF, Yeoman L, Dundas DD. (October 1991). "Radiographic
examination of the lumbar spine in a community hospital:
an audit of current practice". BMJ (Clinical Research
Ed.) 303 (6806): 813–5. PMID 1932970.
63. Mukamal KJ, Maclure M, Muller JE, Mittleman MA. (March
2008). "An exploratory prospective study of marijuana
use and mortality following acute myocardial infarction".
American Heart Journal 155 (3): 465–70. DOI:10.1016/j.ahj.2007.10.049.
PMID 18294478.
64. Leary, Thimothy. In: Tarcher/Putnam. Flashbacks. New
York: G.P. Putnam's Sons, 1990. ISBN 0-8747-7870-0
65. Miller, Ga (December 1911), "Encyclopædia Britannica",
Science (New York, N.Y.) 34 (883): 761–762, doi:10.1126/science.34.883.761,
PMID 17759460, http://www.1911encyclopedia.org/Hemp,
visitado em 15-6-2006 .
66. Rudgley, Richard. In: Little, Brown and Company. The
Encyclopedia of Psychoactive Substances. [S.l.: s.n.],
1998.. Página visitada em 25-2-2007.
67. Franck, Mel. Marijuana Grower's Guide. [S.l.]: Red
Eye Press, 1997. ISBN 0-9293-4903-2 p. 3.
68. Rubin, Vera D.. Cannabis and Culture. [S.l.]: Campus
Verlag, 1976. ISBN 3-5933-7442-0 p. 305.
69. Cunliffe, Barry W.. The Oxford Illustrated History
of Prehistoric Europe. [S.l.]: Oxford University Press,
2001. ISBN 0-1928-5441-0 p. 405.
70. Lab work to identify 2,800-year-old mummy of shaman.
Diário do Povo (2006). Página visitada em 25-2-2007.
71. Hong-En Jiang et al.. (2006). "A new insight into
Cannabis sativa (Cannabaceae) utilization from 2500-year-old
Yanghai tombs, Xinjiang, China". Journal of
Ethnopharmacology 108 (3): 414–422. DOI:10.1016/j.jep.2006.05.034.
72. Yurchey, Dough. Marijuana Conspiracy.
www.world-mysteries.com.
73. William Randolf Hearst, Lammont Dupont, Henry J.
Anslinger, and hemp [Archive] - DiscussAnything.com..
74. < http://www.ireport.com/docs/DOC-237709
75. Marijuana Called Top U.S. Cash Crop. 2008 ABCNews
Internet Ventures. Página visitada em 2008-12-11.
76. European Monitoring Centre for Drugs and Drug
Addiction. Annual report: the state of the drugs problem
in Europe. Luxembourg: Office for Official Publications
of the European Communities, 2008. p. 38. ISBN
978-92-9168-324-6. Página visitada em 2009-04-17.
77. United Nations Office on Drugs and Crime. World drug
report. [S.l.]: United Nations Publications, 2008. p.
264. ISBN 978-92-1-148229-4. Página visitada em
17-4-2009.
78. Consumo de maconha deixa de ser crime em Portugal-
06/07/2000. Folha Online. Página visitada em 27-7-2009.
79. a b Alexander Cockburn; Jeffrey St. Clair. Whiteout:
The CIA, Drugs and the Press. [S.l.]: Verso, 1998.
117–118 p. ISBN 1859841392. Página visitada em
2009-04-17.
80. Um charro é equivalente ao fumo de cinco cigarros.
Diário de Notícias. Página visitada em 9-7-2009.
81. Dicionário inFormal: Significado de beck.
www.dicionarioinformal.com.br. Página visitada em
9-7-2009.
82. Dicionário inFormal: Significado de mesclado.
www.dicionarioinformal.com.br. Página visitada em
9-7-2009.
83. Electronenmicroscopisch onderzoek van vervuilde
wietmonsters.
84. Department of Health, Social Services and Public
Safety - Contamination of herbal or 'skunk-type'
Cannabis with glass beads.
85. Department of Health, Social Services and Public
Safety - Update on seizures of Cannabis contaminated
with glass particles.
86. Busse F, Omidi L, Timper K, et al.. (April 2008).
"Lead poisoning due to adulterated marijuana". N. Engl.
J. Med. 358 (15): 1641–2. DOI:10.1056/NEJMc0707784. PMID
18403778.
87. Venhuis BJ, de Kaste D. (Novembro 2008). "Sildenafil
analogs used for adulterating marihuana". Forensic Sci.
Int. 182 (1-3): e23–4. DOI:10.1016/j.forsciint.2008.09.002.
PMID 18945564.
BibliografiaADIALA, Julio Cesar. O Problema da maconha
no Brasil: Ensaio sobre racismo e drogas. Rio de
Janeiro: Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de
Janeiro, 1986.
BAKER, David; PRYCE, Gareth; GIOVANNONI, Gavin;
THOMPSON, Alan J. The therapeutic potential of cannabis
The Lancet Neurology, Volume 2, Issue 5, Pages 291 -
298, May 2003 Lancet Neurology on-line
COHEN, Mirian. Maconha (série Tudo Sobre Drogas). São
Paulo: Nova Cultural, 1988.
HENMAN, Anthony. Diamba Sarabamba: Coletânea de textos
brasileiros sobre a maconha. Organização Anthony Henman,
Oswaldo Pessoa Jr, São Paulo, Ground, 1986.
MALCHER-LOPES, RENATO; RIBEIRO, SIDARTA. Maconha,
Cérebro e Saúde. RJ, Vieira & Lent, 2007
ROCHA, Luiz Carlos. Jovem e droga: Álcool, fumo, plantas
tóxicas, maconha. São Paulo: Edições Loyola, 1987.
Pedimos sua atenção:
Novo sistema de governo (inventado)
para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos,
troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o
seu apoio no site:
http://sfbbrasil.org
Conheça
o
Ache
Tudo e Região o portal de todos
Brasileiros.
Coloque este portal em seus favoritos. Cultive o
hábito de ler, temos diversidade de informações úteis
ao seu dispor. Seja bem vindo,
gostamos de suas críticas e sugestões, elas nos ajudam a melhorar
a cada ano.
|