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Turismo de Lisboa

Lisboa medieval

Castelo de São Jorge, na colina mais alta do centro da cidade. Bairro de Alfama, de estreitas vielas e que sobreviveu ao terremoto de 1755. Sé de Lisboa. Convento do Carmo. Da cidade da época dos Descobrimentos podemos ver hoje na zona de Belém, duas construções classificadas pela UNESCO como Património da Humanidade:
Mosteiro dos Jerónimos, mandado construir pelo Rei D. Manuel I. Torre de Belém, construção militar de vigia na barra do Tejo.
 


Oceanário de Lisboa.Do início do século XVIII o monumento mais significativo é o Aqueduto das Águas Livres. Após o terramoto de 1755, no plano em grelha aprovado pelo Marquês de Pombal (Baixa Pombalina) para a zona central da cidade, construíram-se as praças do Comércio (o Terreiro do Paço), junto ao Tejo, e do Rossio. Nas proximidades e com interesse histórico ou artístico são ainda a Praça dos Restauradores e o Elevador de Santa Justa, projectado em finais do século XIX por Mesnier du Ponsard, suposta mas erradamente um discípulo de Eiffel.

De referir ainda os palácios reais das Necessidades e da Ajuda, na parte Oeste da cidade.

Em finais do século XIX os planos urbanísticos permitiram estender a cidade além da Baixa para o vale da actual Avenida da Liberdade. Em 1934 é construída a Praça do Marquês de Pombal, remate superior da avenida. No século XX sobressaem os extensos planos urbanísticos das Avenidas Novas, da envolvente da Universidade de Lisboa (Cidade Universitária), e da zona dos Olivais, e os mais recentes do Parque das Nações e da Alta de Lisboa, ainda em construção. Os edifícios do fim do século XX mais notáveis em termos de arquitectura, incluem, entre outros, as Torres das Amoreiras (1985, do arquitecto Tomás Taveira (autor também do polémico bairro do Condado ex-zona J), o Centro Cultural de Belém (inaugurado em 1991), a Estação do Oriente (de Santiago Calatrava), a Torre Vasco da Gama e o Oceanário de Lisboa (de Peter Chermayeff), todos de 1998.


Economia

Rua Augusta, na Baixa PombalinaLisboa é a cidade mais rica de Portugal com um PIB per capita superior à média europeia. O Porto de Lisboa é o porto mais activo da Costa Atlântica Europeia. Está equipado com três cais para navios-cruzeiro: Alcântara, Rocha Conde Obidos e Santa Apolónia. Por outro lado, a cidade tem várias marinas para barcos de recreio, nas docas de Belém, Santo Amaro, Bom Sucesso, Alcântara e Olivais.

Lisboa, como capital de Portugal, tem uma economia concentrada em serviços. A maioria das sedes das multinacionais existentes no país está situada em Lisboa.


 

A zona metropolitana de Lisboa é altamente industrializada, especialmente na zona sul do rio Tejo. As indústrias principais consistem em refinarias de petróleo, indústria têxtil, estaleiros e siderurgia.


Cultura


Torre Vasco da Gama.Lisboa é uma cidade com uma vibrante vida cultural, sendo considerada um dos grandes centros culturais europeus. Mais antiga do que Roma, epicentro dos descobrimentos e de um vasto império desde o séc. XV, a cidade habituou-se a ser o ponto de encontro das mais diversas culturas, o lugar primeiro em que Oriente, Índias, Áfricas e Américas se encontraram e descobriram. Mantendo estreitas ligações, sempre mais afectivas e culturais do que económicas, com as antigas colónias portugesas e hoje países independentes, Lisboa é uma das cidades mais cosmopolitas da Europa. É possível, numa só viagem de metro pela linha verde ouvir falar línguas como o cantonês (da China), o crioulo cabo-verdiano, o gujarati (da Índia), o ucraniano, o italiano ou o português com pronúncia moçambicana ou brasileira. E nenhuma delas falada por turistas, mas sim por imigrantes a viver na cidade.

Desde 1994, quando foi Capital europeia da cultura, Lisboa tem vindo a acolher uma série de eventos internacionais (como a Expo 98 ou o Euro 2004) que têm tido um grande impacto no desenvolvimento de actividades e infraestruturas culturais. Em 2005, Lisboa foi considerada pela International Congress & Convention Association como a oitava cidade do mundo mais procurada para a realização de eventos e congressos internacionais. Por Lisboa têm passado iniciativas como a Gymnaestrada, a MTV Europe Music Awards, o Rali Dakar ou os 50 anos da Tall Ships' Races (Regata Internacional dos Grandes Veleiros).

Assim, a viragem do século viu multiplicarem-se as salas de teatro e de cinema, viu serem construídos pavilhões de exposições, museus, equipamentos desportivos. O desenvolvimento da economia em Lisboa levou a uma explosão do marketing e, consequentemente, do mecenato. As grandes salas de espectáculos, os museus e outras intituições exibem hoje os logotipos das maiores empresas do país e de multinacionais.

O reverso da moeda está na degradação de muito do património arquitectónico menos monumental ou visível contra a qual os diferentes executivos camarários têm vindo a lutar, nem sempre com sucesso. A especulação imobiliária tem arrasado, nos últimos anos, milhares de prédios de construção antiga, mas não classificados pelo IPPAR, para agradar a uma crescente procura por habitações em estado novo. A casa de Almeida Garrett, demolida em Agosto de 2006, foi uma das mais recentes vítimas desta fúria construtora/destruidora.

A cultura de Lisboa é hoje, como sempre, a cultura da diversidade e da mistura. O eixo Alfama-Baixa/Chiado-Bairro alto é palco para a cultura erudita como para a popular, para a cultura jovem como para a tradicional. Em qualquer noite lisboeta, mesmo a um dia de semana, a oferta é variada, a um jantar com fado ao vivo no Bairro Alto pode seguir-se um espectáculo de ópera no São Carlos, ou um concerto de rock no Coliseu dos Recreios. Pode continuar-se com um concerto da música electrónica mais alternativa e mais underground na ZDB (de volta ao Bairro Alto) ou com uma viagem pelos muitos bares e discotecas (danceterias) do Bairro Alto ou de toda a zona ribeirinha da cidade, desde a "Expo" (Parque das Nações) até Belém. Quando o Sol nasce é tempo de ver os milhares de turistas que enchem os monumentos e lugares históricos, como o castelo, o bairro típico de Alfama ou Belém.


As estações da cultura

Edifício da sede da Fundação Calouste Gulbenkian, em LisboaAs estações do ano são marcadas em Lisboa pelos diferentes acontecimentos culturais. O Carnaval é festejado nas escolas e pelas crianças, nas instituições recreativas e, claro, no Bairro Alto. Em Março, atletas de todos os países e dezenas de milhares de participantes atravessam a ponte 25 de Abril na célebre Meia Maratona de Lisboa. Com o início da Primavera, chegam acontecimentos de massas como o IndieLisboa, um festival internacional de cinema alternativo e a Feira do Livro de Lisboa, que decorre ao ar livre, ocupando o Parque Eduardo VII.

Durante o mês de Junho, decorrem as festas da cidade e os bairros típicos, como Alfama, Madragoa, Mouraria, Castelo e outros, são enfeitados com balões e arcos decorativos. Em cada pequena praça ou rua mais larga, grupos de moradores e associações recreativas improvisam bancas ou esplanadas completas onde se vende sardinha assada, doces tradicionais, vinho, sangria, sardinha assada, farturas e, sobretudo, muita sardinha assada. Todas as noites há música popular e também a chamada "música pimba", considerada de mau gosto pela população instruída, excepto nestas noites em que todos os cidadãos voltam a ser "povinho". A noite de Santo António (ou de Fernando Pessoa...), véspera de 13 de Junho, é o auge das festas. Centenas de milhares de pessoas apinham as ruas e fazem desta a maior festa do ano em Lisboa, mesmo maior do que a da passagem de ano. No início da noite, na Avenida da Liberdade desfilam as marchas tradicionais de Lisboa, com cada bairro típico a concorrer pela melhor coreografia. Depois disso é o caos, a multidão toma de assalto os bairros típicos e, até ao raiar do dia, vai comer, beber e dançar ao som não só das músicas populares, mas, desde os útlimos anos, de dj's e artistas que se espalham por cada esquina e recanto dos bairros tradicionais. Nesta noite é mesmo proibido dormir.

No verão, os festivais surgem para todos os gostos e em todas as dimensões e feitios. Ele há os de teatro e artes cénicas (Festival de Almada e Alkantara Festival/Danças na Cidade) como os de música (Super-Rock, Hype@Tejo e, de dois em dois anos, o Rock in Rio Lisboa) ou ainda a bienal LisboaPhoto (exposições de fotografia de autor), ou a Luzboa (bienal sobre luz, incluindo instalações de luz pela cidade). Em Agosto, com a cidade deserta de lisboetas e entregue a multidões de turistas cada vez maiores de ano para ano, a cultura continua com o festival Jazz em Agosto da Fundação Calouste Gulbenkian e com o Festival do Oceanos no Parque das Nações.

No regresso de Setembro, a cultura espera os lisboetas com a Experimentadesign (bienal de design) e o Festival Internacional de Órgão de Lisboa, sem esquecer a Meia Maratona de Portugal, em que dezenas de milhares de lisboetas correm sobre a ponte Vasco da Gama. Ao longo do Outono volta o cinema com o DocLisboa (festival internacional de documentário), o Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa e o Festival Temps d'Images.

A "Moda Lisboa" vem aquecer o inverno mais suave de todas as capitais europeias e faz-se acompanhar do Lisbonarte (exposições de artes plásticas nas galerias de arte) e da Mostra de Teatro Jovem, que faz subir ao palco os futuros talentos das artes cénicas. Em 2006, 2007 e 2008, o ano começa com a partida do Rali Dakar de Belém.

Na Grande Lisboa existe ainda uma quantidade inumerável de eventos culturais, como a Festa do Avante! (que é a festa do Partido Comunista Português mas que, na prática, é um dos melhores e mais acorridos festivais do país, frequentado por gente de todos os quadrantes políticos), como o Festival de Música de Sintra, o Festival de Almada (festival de teatro que decorre também em salas no centro de Lisboa), o Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora ou o Seixal Jazz.


Música
A música tradicional de Lisboa é o fado, canção nostálgica acompanhada à guitarra portuguesa.


Espaços públicos e museus

Fontes do Parque das NaçõesLisboa dispõe de numerosas universidades públicas e privadas (Universidade de Lisboa, Universidade Técnica de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa), bibliotecas (Biblioteca Nacional) e museus, destacando-se o Museu Nacional de Arte Antiga, o Museu Calouste Gulbenkian, o Museu do Chiado, o Museu da Água, o Museu da Farmácia, o Oceanário de Lisboa, o Museu Nacional dos Coches (o mais visitado do país), o Museu Militar, Museu do Azulejo, Museu da Electricidade, Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Museu Rafael Bordalo Pinheiro, Museu da Música, Museu do teatro, Museu do Traje e o Museu da Cidade. Nas salas de espectáculos destacam-se o Coliseu de Lisboa, a Aula Magna da Universidade de Lisboa, o Teatro Nacional de S. Carlos (Ópera), o Fórum Lisboa, os auditórios da Fundação Calouste Gulbenkian, do Centro Cultural de Belém e da Culturgest, o Pavilhão Atlântico e a Praça de Touros do Campo Pequeno.


Teatro
Principais companhias de teatro:

Artistas Unidos
Teatro da Comuna - Teatro de pesquisa
Teatro da Cornucópia
Teatro da Garagem
Teatro Meridional
Teatro Praga
Novo Grupo (Teatro Aberto)
Sensurround

Teatro Nacional D. Maria IIPrincipais salas de teatro:

Teatro Aberto
Teatro do Bairro Alto (também conhecido como Teatro da Cornucópia)
Teatro da Comuna
Teatro Municipal Maria Matos
Teatro Nacional D. Maria II
Teatro Politeama
Teatro Taborda
Teatro Tivoli
Teatro da Trindade
Teatro São Luiz
Teatro Villaret

Gastronomia
A gastronomia de Lisboa é influenciada pela proximidade do mar. São especialidades tipicamente lisboetas a açorda de marisco, as pataniscas de bacalhau, os peixinhos da horta (bolinhos fritos de feijão verde, não de peixe) e, na doçaria, os famosos pastéis de Belém que são famosos no país inteiro e internacionalmente e conhecidos como pasteis de nata.

Cinema
Todos os anos têm lugar os seguintes festivais:

DocLisboa - Festival internacional de cinema documental
Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa.
IndieLisboa - Festival internacional de cinema independente


 

 

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