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Deputados aprovam mais
ditaduras na internet, aos poucos o comunismo
instala-se no país
A Câmara dos Deputados aprovou nesta
quarta-feira duas propostas que incluem novos crimes
cibernéticos no Código Penal. O projeto de lei 84/99
prevê punição para quem usar dados de cartão de
crédito na internet sem autorização do proprietário.
O texto prevê ainda a remoção imediata de mensagens
racistas postadas na internet.
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Que coisa
mais banal, somente usam estes artifícios
para incutir os realmente perigosos à
liberdade de expressão.
O projeto 2793/11, também aprovado, cria
outras tipificações e prevê punição, por
exemplo, para quem obtiver arquivos
sigilosos por meio do acesso não autorizado
a computador ou outro dispositivo de
informática. A pena é de seis meses a dois
anos de prisão.
Neste caso em particular, Google. Yahoo,
Antivírus e todos os provedores que atuam no
Brasil irão para a cadeia, além é claro de
todos empreendedores de software como
exemplo a (HP) e principalmente o
(SPC)-SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO, quase
todos coletam dados não autorizados. |
Outro crime proposto, o de "devassar dispositivo
informático alheio", prevê pena de três meses a um
ano de prisão – e não importa se o invasor cumpriu o
seu objetivo de coletar ou destruir informações. Se
os crimes forem cometidos contra autoridades
públicas, a pena será aumentada em até um terço.
Outra baboseira de pessoas que não sabe o que é a
internet, os hackers devem esta rindo desta piada de
mau gosto. Só falta eles fazerem um ultimo projeto;
'é proíbido criticar a política no Brasil'...
Ainda nesta quarta, a Câmara pode votar a proposta
do Marco Civil da internet, que estabelece padrões
para o gerenciamento do tráfego de informações pelas
operadoras do ramo.
A ditadura da internet brasileira
O Brasil está às voltas com uma daquelas questões
que requerem vigilância máxima: a criação de um
Marco Civil da internet. Apresentado à sociedade em
outubro pelo Ministério da Justiça, com colaboração
da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação
Getúlio Vargas (FGV), a proposta de projeto de lei
pretende estabelecer regras para a web brasileira,
prevendo direitos e deveres de cidadãos, provedores
de acesso e governo em relação às atividades
realizadas na rede. Até o dia 23, o rascunho de lei
receberá sugestões de todos os brasileiros via web;
em junho, o texto do governo, acrescido de eventuais
alterações, seguirá para votação no Congresso.
O texto original do governo federal defendia a
possibilidade de remoção de conteúdos sem a
necessidade de uma ação judicial. Na prática,
funcionaria assim: qualquer um que se sentisse
prejudicado por um comentário publicado em site ou
blog acionaria o provedor que hospeda aquela página
pedindo a retirada do texto indesejado da rede. De
quebra, mandaria pelos ares a liberdade de expressão.
Um dos redatores do anteprojeto, o advogado Ronaldo
Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade
da FGV, alega que o objetivo da proposta era
promover um diálogo direto entre o usuário
supostamente prejudicado e o provedor, sem
intermediação da Justiça. A ideia, contudo, se choca
com o ideal e também com a prática de liberdade de
opinião, que prega que cada indivíduo tem o direito
sagrado de dizer o que bem entender, contanto que
assuma eventuais consequências da posição tomada. "O
conteúdo da internet precisa ser livre para que as
pessoas tenham a oportunidade de se expressar",
lembra o advogado especialista em propriedade
intelectual Paulo Parente.
Depois da gritaria virtual - foram 30.000 visitas à
página do Marco Civil na web e 1.700 observações ao
texto -, o mecanismo de controle foi retirado do
projeto. Iniciou-se, então, a segunda fase de
consulta pública, em abril. "A atual redação é mais
forte no sentido de proteger o conteúdo publicado,
já que diz que o provedor não precisa remover
qualquer material sem ordem judicial", diz Lemos,
defendendo nova posição. Parente concorda com a
alteração do artigo: "Deve haver um contraditório:
uma pessoa não pode simplesmente solicitar a remoção
de um conteúdo e ser atendida pelo provedor. Isso
seria censura: é como se fôssemos à contramão do
fortalecimento da democracia.”.
Apesar de o projeto dar um passo adiante, permanece
embutido nele uma tradição brasileira de manter
algum tipo de controle de opinião. Ou seja: embora a
publicação de qualquer conteúdo esteja salvaguardada
pela Constituição, o que afasta a censura prévia, a
Justiça mantém a prerrogativa de determinar a
retirada de textos, fotos, vídeos e outras formas de
expressão da rede - o que configura um tipo de
controle posterior. Se aprovado nos termos atuais,
portanto, o Marco Civil formalizará para o ambiente
virtual o que já é assegurado no mundo físico pelo
Código Civil. Atualmente, a lei brasileira permite
que qualquer conteúdo seja retirado de circulação
mediante uma ação judicial. Do mundo físico, a
prática tem sido levada para o universo virtual.
Exemplos recentes são notórios. Em 2007, 11.000
exemplares do livro Roberto Carlos em Detalhes, do
historiador Paulo César de Araújo, foram recolhidos
das livrarias porque o biografado recorreu à Justiça.
A defesa do cantor alegou prejuízos aos direitos de
personalidade. No mesmo ano, a apresentadora
Daniella Cicarelli também foi aos tribunais para "deletar"
do site de compartilhamentos YouTube um vídeo em que
trocava carícias com o namorado numa praia na
Espanha. A decisão do juiz Lincon Antônio Andrade de
Moura, da 23ª Vara Cível de São Paulo, foi
surpreendente: bloqueio parcial do YouTube no Brasil,
até que as imagens fossem retiradas do ar. Cicarelli
acusou violação de privacidade e de direito de
imagem.
Nos dois casos, os pleitos recorriam, entre outros,
ao artigo 5º da Constituição, que trata dos direitos
da pessoa. No inciso X, diz o texto: "São
invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e
a imagem das pessoas, assegurado o direito a
indenização pelo dano material ou moral decorrente
de sua violação." Frise-se: cabe indenização pelo
dano. Mas é o artigo 20 do Código Civil que ampara
decisões como as que favoreceram Roberto Carlos e
Cicarelli: "(...) a divulgação de escritos, a
transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição
ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser
proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da
indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a
boa fama ou a respeitabilidade (...).
" A limitação chama tanto a atenção que está em
discussão no Congresso sua alteração, que derrubaria
ao menos o direito de personalidades públicas
proibirem a circulação de biografias a seu respeito.
"A internet no país não tem regras. Isso tem levado
a uma tendência de criminalização de ações triviais
na rede: na ausência de leis, juízes têm optado pela
censura e pela filtragem como caminho de decisões",
diz Lemos.
O viés restritivo dessa tradição legal brasileira
fica mais evidente quando visto de um ponto de vista
estrangeiro. Por exemplo, o relatório Government
Requests, elaborado pelo gigante de buscas Google. O
documento registra solicitações feitas por órgãos de
governo e da Justiça em busca de informações sobre
usuários de serviços como Orkut e YouTube, ambos do
Google, bem como a remoção de conteúdos que, no
entender das autoridades, apresentam violações como
difamação, invasão de privacidade ou calúnia.
Entre 42 nações, o Brasil apareceu no ranking de
abril em primeiro lugar, com 3.663 solicitações de
dados de usuários e 291 pedidos que pleiteavam a
remoção de conteúdos - o levantamento exclui a
China, onde tais dados são considerados segredo de
estado. Cabe ressaltar que são justamente as
peculiaridades de cada país que colocam cada nação
em maior ou menos evidencia na lista.
No Brasil, a Justiça de fato tem poder para excluir
material da web. Nos Estados Unidos, o artigo 230 do
Communications Decency Act (CDA), lei que estabelece
responsabilidade na rede, proíbe tal prática em
casos de difamação, calúnia ou invasão de
privacidade. Nessas situações, cabe apenas punição
financeira. Na Alemanha, uma lei proíbe a publicação
de conteúdos alusivos ao nazismo - o que fez o país
despontar em segundo na lista.
O diretor jurídico do Google, David Drummond, afirma
que o relatório pretende "lançar luz sobre a escala
e a amplitude das iniciativas de censura tomadas
pelos governos ao redor do globo". O documento tem,
sem dúvida, boas intenções. Mas com ele o Google
busca também lustrar sua própria imagem, mostrando
que a empresa atua contra abusos.
Nos últimos anos, ela vem sofrendo pressões por
conta dos problemas apresentados por alguns de seus
serviços. É o caso do Street View, serviço integrado
ao Google Maps que exibe na web fotos de ruas de
algumas cidades do planeta. Desde sua criação, em
2007, a ferramenta é acusada de invadir a
privacidade, à medida que mostra pessoas, carros e
construções. Por conta disso, o Google passou a
distorcer digitalmente imagens que poderiam levar à
identificação de pessoas que estão se escondendo de
algo. A pressão aumentou com o lançamento do Buzz,
em fevereiro, que integra redes sociais ao serviço
de e-mails Gmail. O produto apresentou falhas de
confidencialidade, divulgando listas de contato
pessoais ao público geral.
Se o Marco Civil for de fato aprovado nos atuais
termos, provedores como o Google serão beneficiados.
"O provedor de serviço passa a não ter mais
responsabilidades pela postagem dos usuários", diz o
advogado Marcel Leonardi, professor de direito e
internet da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Isso impediria, por exemplo, que o YouTube fosse
retirado do ar novamente caso Cicarelli voltasse a
namorar em público, ao alcance de uma câmera
indiscreta. A eventual punição recairia sobre o
responsável pelas imagens. E as próprias cenas, como
já acontece hoje, poderiam ser removidas.
Muitos no Brasil consideram
que a palavra censura é forte demais para casos como
esse, em que a remoção do conteúdo é posterior. Mas,
seja qual for a palavra usada, trata-se de uma
restrição à liberdade de expressão - de um tipo que
não acontece, por exemplo, nos Estados Unidos, país
que há muito tempo decidiu que esse é um pilar tão
fundamental da democracia que nada pode miná-lo.
Juntando a ditadura usada pela
prepotência de juízes ignorantes aos fatos,
autoritários e a pressa do governo na implantação da
ditadura, logo os (. BR) só existira nos sites do
corrupto governo, Brasil pode perder 20 milhões de
empregos com a ditadura.
A ditadura do partido comunista
do (PT) junto com sua corrupção esta alcançando
patamares preocupantes, não só ao Brasil como também
no mundo. (...)
Agencias
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