Pesquisar  Meio Ambiente Ciência Duvidas Noticias Home

  

Desaparecidos

Emprego Endereços Úteis Bate Papo Fale Conosco

Noticias TV Jornais e Revistas

Noticias Gerais
Aquecimento global
Ciência
Cotidiano
Destaque
Educação
Esportes
Especiais
Economia
Internet
Mundo
Política
Meio Ambiente
Saúde
Super gatas
Tecnologia
Turismo
Vida Animal
 
Animais Peixes
Astronomia
Carta ao Leitor
Culinária
Desaparecidos
Endereços Uteis
Plantas Medicinais
Emprego
Fale conosco
Mandamentos
Mulher
Piadas
Sites de Busca
Cidades
 

  /td>

 

 
 

 


Governo de SP fala em "ingenuidade" e avalia mudanças contra pane

da Folha Online

A pane da Telefônica, que paralisou diversos serviços em São Paulo ontem (3), expôs a desproteção de um sistema sobre o qual está montada a estrutura de vários setores do governo estadual. Não por falta de um "plano B", mas porque este, assim como o "plano A", é de responsabilidade da mesma operadora.

Na quinta-feira, procedimentos básicos, como retirada de documentos, realização de boletins de ocorrência e até serviços bancários simplesmente não aconteceram.

Questionado, Leão Carvalho, presidente da Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo), afirmou à Folha Online que o governo pode ter sido "ingênuo" ao confiar o plano emergencial à mesma empresa responsável pela falha no sistema.

"Nosso 'plano B' tinha toda a redundância [espécie de sistema alternativo ao principal, problemático] constituída no próprio contrato com a Telefônica", diz Carvalho. "O contrato prevê um certo grau de confiabilidade do serviço. Mas talvez tenhamos sido ingênuos", afirma ele.

Carvalho defende, porém, que o contrato (R$ 250 milhões por cinco anos) teve caráter inovador dentro da esfera pública. "Não tínhamos nenhuma experiência nesse sentido. Cada autarquia tinha o seu contrato. Era um modelo caótico e havia um alto custo para integrar tudo."

A Prodesp pleiteará o pagamento da multa prevista em contrato. O valor ainda está sendo calculado, com base em dados como nível de redundância dos conectores, velocidade da conexão e tempo fora do ar --dado que será fornecido pela própria Telefônica. "Temos um sistema de contagem, mas os números consideramos tecnicamente corretos são os da Telefônica", admite Carvalho.

Novo contrato

Desde abril deste ano, a Prodesp estuda a licitação que resultará em um novo contrato em 2010. Segundo o presidente da empresa, já havia sido avaliada a contemplação de dois fornecedores de serviço --um responsável pelo funcionamento do sistema principal, outro pelo sistema que suporta a redundância.

"A gente vai fazendo e aprendendo", diz Carvalho. "Em situações assim, você paga o preço do pioneirismo."


 

Noticia do Brasil e do Universo

Tecnologia - Economia- Esportes | Mundo | Ciência | Internet ||  Meio/Ambiente || Educação ||Destaque| Politica|| Saúde  |  Aquecimento Global  |  Vida Animal  | Cotidiano

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Copyright © 1999 [Ache Tudo e Região]. Todos os direitos reservado Revisado em: 27 julho, 2025      Resolução mínima 800x600