Greenpeace usa vasos sanitários para criticar gastos
com energia nuclear
Cerca de 20 ativistas do Greenpeace instalaram, na manhã
desta segunda-feira, 21 privadas pintadas de amarelo e
preto na entrada da sede da Eletrobrás, no Rio de
Janeiro, em protesto contra o uso de recursos públicos
para o desenvolvimento de energia nuclear.
Ricardo Moraes/AP

Manifestantes instalaram moedas gigantes dentro dos
vasos para expressar sua rejeição ao investimento
público em Angra 3
Os manifestantes instalaram réplicas gigantes de moedas
dentro dos vasos para expressar sua rejeição a um
investimento público milionário na construção de Angra
3.
"Estamos aqui para denunciar que Angra 3 só será viável
se for permitido um verdadeiro saque aos cofres
públicos. O cidadão e o consumidor serão aqueles que
pagarão pelos altos custos da aventura nuclear
brasileira", disse a coordenadora da campanha
antinuclear do Greenpeace no Brasil, Beatriz Carvalho.
De acordo com um relatório do Greenpeace, na construção
da nova usina nuclear serão gastos cerca de R$ 9,6
bilhões, valor acima dos R$ 7,2 bilhões inicialmente
previstos.
Os manifestantes entregaram uma declaração de protesto a
uma representante da Eletrobrás.
A empresa, por meio da sua assessoria de imprensa,
afirmou que ainda vai analisar o documento antes de se
manifestar a respeito.
Com agência Efe