|
Tamar apresenta tartaruga-gigante e outras
espécies no litoral brasileiro
Em Fernando de Noronha (Pernambuco), as
tartarugas-verdes desovam de
dezembro a junho. O arquipélago também é destino
das tartarugas-de-pente,
criticamente em perigo de extinção.
Reprodução

Tartaruga-de-couro ou gigante pode ter até 2 m
de comprimento curvilíneo de
carapaça e pesa cerca de 500 kg
Já a Praia do Forte (litoral norte da Bahia),
além das tartarugas-de-pente,
tem a maior concentração de tartarugas-cabeçudas
do litoral brasileiro. É lá
que fica a sede nacional do projeto Tamar,
fundado há 28 anos.
Para quem vai aproveitar as férias na praia,
vale ir à sede mais próxima da
entidade e conhecer de perto o trabalho e as
tartarugas. São mais de 20
endereços no litoral brasileiro.
O Tamar promove o manejo das cinco espécies de
tartaruga marinha que ocorrem
no Brasil --todas elas, cabeçuda, de pente,
verde, oliva e de couro (também
conhecida como tartaruga-gigante), ameaçadas de
extinção.
A base da Praia do Forte funciona desde 1982 e
monitora 30 km de praias
(Barra de Jacuípe, Guarajuba, Itacimirim e Praia
do Forte). Além da
conservação dos locais de desova, a base mantém
um centro de visitantes com
museu, aquários e tanques para os turistas
conhecerem as espécies de perto.
Ubatuba (litoral norte de São Paulo) não é ponto
de desova, mas a base do
Tamar na cidade mantém um importante trabalho de
monitoramento das
tartarugas jovens, maioria na região, que lá se
alimentam --principalmente a
verde.
A entidade promove também a reabilitação de
animais capturados
acidentalmente em redes de pesca, algo freqüente
nessa área do litoral.
|