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Vulcão em erupção força
retirada de 700 pessoas no Chile
Cerca de 700 pessoas tiveram de ser removidas após um vulcão entrar em erupção
no sul do Chile, abalando a região com explosões, expelindo lava e cinzas.
No entanto, as erupções do vulcão Llaima começaram a diminuir de intensidade na
tarde desta quarta-feira, dando a impressão de que uma remoção maior de pessoas
não será necessária.
Juan Tejos/AP

Vulcão Llaima, no sul do Chile, forçou retirada de 700 após entrar em erupção
Entre os removidos estão cerca de 200 turistas, funcionários do Serviço Nacional
de Florestas e moradores dos arredores do Parque Nacional Conguillio, a cerca de
640 km ao sul de Santiago.
Centenas de pessoas passaram a noite ao ar livre ou em abrigos em Melipeuco,
cidade de 5.000 habitantes próxima ao Llaima. Outros fugiram para comunidades
mais afastadas, mas já começavam a retornar nesta quarta-feira.
Carmen Fernandez, diretora do Departamento Nacional de Emergência do Chile,
disse que uma remoção maior não seria necessária, apesar das imagens de
televisão mostrando uma fumaça densa e lava saindo da cratera.
"Não há sinais de um risco crescente", afirmou Fernandez. "Há um expelimento de
lava, mas ainda de maneira descontínua."
O escritório afirmou que a erupção estava diminuindo nesta quarta-feira e as
explosões eram menos freqüentes, mesmo com a Argentina relatando uma forte
presença de gás e cinzas em seu território.
Argentina
O aeroporto da Província argentina de Neuquén (sudoeste) suspendeu nesta
quarta-feira suas operações afetado pelas cinzas vulcânicas expelidas pelo
Llaima, informou a companhia aérea Aerolíneas Argentinas.
O aeroporto internacional Presidente Perón está separado do território chileno
pela Cordilheira dos Andes.
O Departamento Nacional de Emergência do Chile informou nesta terça-feira que a
coluna de gás e cinzas alcança 7 km, seguindo em direção ao território
argentino.
O vulcão Llaima, de 3.120 metros, um dos mais ativos entre os 60 vulcões ativos
do Chile. não tem uma grande erupção desde 1994.
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