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Preocupações nos EUA
reduzem brilho de feira tecnológica
As maiores empresas de tecnologia estão tentando convencer os consumidores de
que eles necessitam de casas conectadas digitalmente. Mas há um problema: um
número cada vez maior de pessoas sequer está conseguindo manter seus aluguéis e
prestações em dia, quanto mais pagar por um televisor de alta definição.
Poucos executivos presentes à Consumer Electronics Show, evento anual realizado
em Las Vegas, foram capazes de evitar questões sobre o estado da economia e a
combinação entre a alta no desemprego dos Estados Unidos, preços do petróleo a
US$ 100 por barril, problemas de crédito e a crise hipotecária que está causando
ansiedade em muita gente.
Steve Marcus/Reuters

Aparelho tem Bluetooth que ativa comandos por voz, deixando as mãos livres;
confira outras imagens da CES, em Las Vegas
"O quarto trimestre esteve repleto de situações estranhas e difíceis de rebater
relacionadas ao desemprego, ao PIB e a tudo mais", disse Howard Stringer,
presidente-executivo da Sony, na segunda-feira.
O grupo de varejo de eletrônicos Circuit City Stores se tornou a mais recente
empresa a negar a visão que de que os consumidores norte-americanos continuariam
gastando em computadores, televisores, câmeras digitais e players de música,
apesar da queda no valor de suas casas.
Prejudicada por uma dispendiosa reestruturação, a Circuit City informou que as
vendas em dezembro de suas lojas abertas há pelo menos um ano caíram em mais de
11%. A expectativa do grupo é de ter prejuízo no quarto trimestre.
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