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 Rússia é forçada a retaliar em corrida por armas, diz Putin


O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira que uma nova corrida armamentista está em curso no mundo e que a Rússia está sendo "forçada a retaliar" com novas armas de alta tecnologia.

"Já está claro que uma nova corrida armamentista está se desenrolando no mundo", disse o presidente a autoridades, militares e líderes empresariais reunidos em um discurso Kremlin. "Não é nossa culpa, não fomos nós que começamos."

Putin disse ainda que outros países estavam gastando muito mais do que a Rússia em novas amas e que Moscou sempre responderá aos desafios de uma corrida armamentista desenvolvendo mais armamentos de alta tecnologia.

"Na realidade, nós somos forçados a retaliar, a tomar decisões equivalentes", afirmou. "A Rússia tem e sempre terá uma resposta a esses novos desafios."

Sob Putin e com os recursos obtidos com a alta do petróleo, a Rússia tem investido nas suas Forças Armadas, com um aumento de mais de 20% nos gastos com defesa nos últimos três anos. Ainda assim, a sua capacidade militar ainda é muito inferior à que tinha na era soviética.

Durante o discurso no Kremlin, o presidente, que está a três meses de deixar o cargo, defendeu a adoção de uma estratégia para fortalecer as Forças Armadas do país nos próximos 12 anos e consolidar a "segurança nacional".

Otan

Putin disse que, enquanto a Rússia desmantela as suas bases militares da era soviética, o Ocidente expande as instalações da Otan (aliança militar liderada pelos Estados Unidos) para perto do seu território e planeja um escudo antimísseis na Europa Central.

Segundo o presidente russo, a Otan não tomou nenhuma medida concreta para atender às preocupações de Moscou, que é contra a ampliação da presença militar ocidental na sua região de influência e se opõe ao projeto do escudo antimísseis.

"Houve muitas discussões sobre isso, mas nós ainda não vemos nenhum passo real no sentido de chegar a um acordo", afirmou

Em dezembro, o governo russo disse que estava planejando exercícios navais no mar Mediterrâneo e no Oceano Atlântico.

O país também retomou, em agosto do ano passado, as patrulhas de longa distância, prática que havia abandonado depois do colapso da União Soviética.

Putin também condenou tentativas "imorais e ilegais" de países estrangeiros de interferir em assuntos domésticos russos, em uma aparente referência à decisão da Organização para a Cooperação e Segurança da Europa (OSCE) de não enviar observadores para as eleições presidenciais de 2 de março por causa de restrições impostas por Moscou.

O candidato que Putin escolheu como seu sucessor, Dmitry Medvedev, é considerado o favorito para vencer a eleição, mas Putin já disse que pretende continuar atuando na política russa, possivelmente como primeiro-ministro de Medvedev.
 

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