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Diana não foi assassinada, diz ex-chefe do MI6

O ex-chefe do MI6, o Serviço Secreto de Inteligência britânico, negou hoje o assassinato da princesa Diana. Richard Dearlove afirmou que não tinha conhecimento de que o MI6 tivesse matado qualquer pessoa durante os 38 anos que chefiou o serviço, segundo a BBC.

Dearlove fez as declarações diante dos jurados que investigam a morte da princesa Diana, de seu namorado, Dodi Al-Fayed, e do motorista Henri Paul, em uma acidente de carro em Paris.

O comparecimento de Dearlove ao tribunal é um caso muito especial porque o MI6 não tem como princípio fazer qualquer comentário sobre acusações contra si. Dearlove trabalhou para o Serviço Secreto de Inteligência em várias áreas, tanto no Reino Unido como no exterior, desde 1966 até sua aposentadoria em 2004.

O ex-diretor estava à frente do MI6 quando Diana e Dodi morreram após a colisão do automóvel no qual viajavam contra uma coluna do túnel sob a ponte da Alma, em Paris, em 31 de agosto de 1997. M/p>

Mohamed Al-Fayed, pai de Dodi, está convencido de que seu filho e Diana foram vítimas de uma conspiração dos serviços secretos britânicos e do duque de Edimburgo, marido da rainha Elizabeth II. Em seu primeiro comparecimento ao tribunal na segunda-feira, al-Fayed insistiu na afirmação, apesar de não ter fornecido nenhuma prova.

O milionário citou como participantes da conspiração o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair; a CIA (serviço de inteligência americano); os serviços secretos franceses; o então embaixador britânico na França, Michael Jay, e a irmã da princesa, Sarah McCorquodale.

Al-Fayed acredita que seu filho e a princesa foram assassinados para impedir que eles se cassassem. No acidente também morreu o motorista do automóvel, Henri Paul.

Duas investigações sobre o fato, uma francesa e outra britânica, concluíram que o casal morreu em um trágico acidente.

Com agências internacionais

Redação Terra

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