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Colômbia expulsa alemã que participou de
protesto com visto de turismo
da Efe, em Bogotá
A ativista alemã Christina Friederika Müller foi expulsa da Colômbia na
quarta-feira (1) por participar de protesto sem autorização, já que havia
entrado no país com visto de turismo, segundo fontes oficiais.
Um funcionário do governo da Colômbia, que pediu para não ser identificado,
disse à Efe que Müller foi expulsa por decisão do Departamento Administrativo de
Segurança (DAS) "porque estava participando de um protesto, e o visto de
visitante não permite participar nesse tipo de marchas".
Segundo a ONG Rede de Irmandade e Solidariedade - Colômbia, a alemã havia sido
convidada a uma missão de "acompanhamento" de grupos defensores de direitos
humanos. de acordo com a ONG, a estrangeira "foi vítima de várias
arbitrariedades, privação ilegal da liberdade, incomunicação, expulsa e proibida
de regressar ao país durante sete anos".
Porém, a fonte oficial afirmou que a alemã "violou as leis colombianas" ao
participar de uma marcha realizada em Cali, e foi expulsa "por estar envolvida
em atividades não autorizadas para exercer com visto de turista".
O DAS emitiu uma resolução escrita que argumenta "razões de segurança nacional"
para a expulsão. As autoridades colombianas negaram que a alemã tenha sido
vítima de maus tratos.
Müller estava em uma praça no centro de Cali em companhia de um sindicalista
quando foi abordada por cinco pessoas que disseram ser agentes do DAS e a
interrogaram antes de notificar a expulsão.
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