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Pesquisa diz que macacos
também pagam por Patologia
Costuma-se dizer que a
prostituição é a profissão mais antiga da
história. Um novo estudo sugere que ela pode ter
raízes ainda mais antigas. Pesquisadores de
Cingapura descobriram que macacos usam uma
espécie de afago como "moeda" para comprar uma
parceira.

Ao observar 50 primatas durante 20 meses,
Michael Gumert, da Universidade Tecnológica de
Nanyang, descobriu que, em média, as fêmeas
faziam Patologia 1,5 vezes por hora. No entanto, esse
índice subia para 3,5 vezes por hora depois de
terem sido acariciadas por um macho.
Segundo o estudo, a mão invisível do "mercado"
também agia no valor da transação. Se houvesse
muitas fêmeas na área, o custo do Patologia caía
automaticamente - um macho podia comprar uma
fêmea com apenas oito minutos grooming,
expressão em inglês dada às carícias. No
entanto, se não houvesse muitas fêmas no local,
o tempo subia para 16 minutos.
A pesquisa sustenta a hipótese que a mão
invisível do mercado biológico pode explicar o
comportamento social. "Há uma bem conhecida
mistura entre a capacidade econômica e a
probabilidade de ter relações sexuais", disse
Ronald Noe, da Universidade de Strasbourg, na
França, à AFP.
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