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Primeiro, você tem que fazer a parte que
lhe cabe na digestão: mastigar, mastigar e mastigar. Você vê então o
sanduíche sendo amassado e triturado, até virar uma pasta. Tudo isso feito
pelos dentes, junto com a saliva e a ajuda da língua.
Depois você acompanha a comida descendo pela garganta, onde fica a
epiglote, que está ali para não deixar a comida passar para o
sistema respiratório. Da garganta, a comida segue para o esôfago,
um tubo com paredes musculosas que a empurra para baixo até ela chegar ao
estômago.
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Olha só como o estômago
fica se mexendo! É que as paredes do estômago, compostas por músculos,
se espremem para transformar a comida em líquido. Que diferença
daquele pedação de sanduíche que entrou pela boca.
Opa, mas o que é isso? Um líquido que vai agindo sobre a comida? Pois
é, no estômago começam a entrar em cena elementos fundamentais para a
digestão: os sucos digestivos. Sem eles, a comida levaria uma
eternidade para ser transformada. O estômago produz o ácido
clorídrico, que tem a missão de acordar a dorminhoca da pepsina. Ela
só acorda para trabalhar, acelerando a digestão das proteínas que
estão nos alimentos e são muito importantes para nossa saúde. |
É um conduto musculoso, dirigido diretamente para baixo, desde a faringe
até o estômago. A contração dos músculos da parede da faringe e a presença
do bolo alimentício na porção superior do esôfago, provocam uma onda
contrátil, única, rítmica e potente das paredes do esôfago, chamada onda
peristáltica que impulsiona o bolo para o estômago. Sua comunicação com o
estômago é regulada por um anel de músculo liso, chamado esfíncter,
através do qual se produz a popular hérnia diafragmática.
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