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Fitoplâncton diminui e ameaça todas as
espécie marinha
A quantidade de fitoplâncton dos oceanos diminui 1% por
ano, na média dos últimos 100 anos, segundo um estudo
publicado nesta quarta-feira pela revista Nature e que
adverte sobre os efeitos da redução destes
microorganismos na estrutura dos ecossistemas marinhos e
no ciclo do carbono.

Segundo os especialistas do Instituto para a Pesquisa
Climática da Alemanha, a redução da biomassa de
fitoplâncton dos oceanos está vinculada ao aquecimento
global. Os pesquisadores, que combinaram dados
históricos com observações via satélite atuais,
estimaram que o nível global de redução desses
microorganismos fotossintéticos aquáticos foi de 1%
anual da média global da biomassa de fitoplâncton
presente nos oceanos.
Essa queda seria ainda mais saliente nos últimos anos,
especialmente em áreas situadas em altas latitudes e nas
regiões equatoriais. O fitoplâncton tem grande
importância para o equilíbrio da natureza porque esses
microorganismos produzem cerca de metade da matéria
orgânica da Terra e grande parte do oxigênio da
atmosfera.
Por isso, seu déficit poderia afetar os processos
climáticos e ciclos bioquímicos como o do carbono. Esse
estudo sustenta também a hipótese de que a mudança
climática está contribuindo para a transformação dos
ecossistemas marítimos.
Para ambientalista, o aquecimento global
com os bilhões de toneladas de lixo tóxicos e petróleo,
jogados diariamente no mar, irá levar toda a fauna e a
vida marinha a extinção em poucos anos, governantes
mundiais nada fazem e para piorar a situação, a corrido
pelo óleo da morte aguça a ganância de todos os
políticos mundiais.
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