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O tal PAC do Lula que já não andava, "governo" cortará verbas

O governo federal está considerando a hipótese de eliminar os gastos relacionados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do esforço fiscal para atingir a meta de superávit primário de 2010, segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

"Temos algumas formas (de atingir a meta), como a de eliminar o que está pagando do PAC, algo entre R$ 12 bilhões e R$ 15 bilhões", disse Bernardo a jornalistas, após participar de evento da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), nesta segunda-feira.

A meta atual do governo é de que o esforço fiscal para pagar juros da dívida chegue a 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano.

Segundo o ministro, o plano inicial é de que a meta seja atingida sem o uso do mecanismo de eliminar da conta os gastos com o PAC, mas a decisão só será tomada em setembro, antes da divulgação do último relatório do Ministério deste ano.

O documento, disse Bernardo, deve trazer a revisão da perspectiva de crescimento do PIB brasileiro este ano, dos atuais 5,7% para algo superior a 6%.

O governo pretende com estas medidas economizar dinheiro para poder dar aumento para os ministros onde seus salários poderão atingir mais de 30 mil mês.

 

 

 

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