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Católicos e Evangélicos chantageiam o "governo"
corrupto de Dilma
Após reunião com as bancadas evangélica e católica do Congresso
Nacional, o secretário-geral da Presidência da República, ministro
Gilberto Carvalho, anunciou nesta quarta-feira, em Brasília (DF),
que o governo decidiu suspender a produção e veiculação do kit
anti-homofobia oficialmente nas escolas públicas. O Ministério da
Educação (MEC) pretendia distribuir o material - que inclui três
vídeos - para alunos do ensino médio no segundo semestre de 2011.
"A presidenta Dilma não gostou dos vídeos, achou o material
inadequado, e determinou que não circule oficialmente. Estão
suspensas todas as produções de materiais que falem dessas
questões", disse o ministro.
Carvalho afirmou que a questão do combate à homofobia no ambiente
escolar deve continuar, mas que a produção dos materiais precisa
levar em conta a participação de todos os setores da educação, dos
parlamentares e uma maior discussão com a sociedade. No entanto, ele
negou que a decisão foi motivada pela pressão das bancadas
religiosas.
Presente na reunião, o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) afirmou
que, caso o governo não desistisse da distribuição do material, a
bancada iria utilizar o caso do ministro-chefe da Casa Civil,
Antonio Palocci, como "moeda de troca". Se o MEC insistisse em
distribuir o material, ele ameaçou convencer a bancada evangélica e
católica a votar pela convocação do ministro para dar explicações
sobre as denúncias de tráfico de influência - o que o governo vem
tentando incessantemente evitar.
Carvalho disse, no entanto, que a decisão de parar a distribuição do
kit não foi fruto dessa pressão. "Não tem 'toma lá, dá cá'",
afirmou. Segundo ele, o debate sobre um novo kit deve ser feito de
maneira mais ampla, mas não definiu quando isso será efetivado.
Segundo Garotinho, em reunião com o ministro da Educação, Fernando
Haddad, ficou acertado que a bancada religiosa participaria das
decisões a respeito do kit anti-homofobia e que os parlamentares
seriam consultados antes da distribuição do material. De acordo com
o deputado, no entanto, esse acordo não foi cumprido por parte de
Haddad.
"Dias depois da nossa reunião, ele deu declarações a um jornal
dizendo que não via problemas no material e que distribuiria do
jeito que estava. Diante disso, ontem reunimos a bancada e decidimos
entrar em obstrução enquanto esse material continuasse sendo
distribuído", disse.
O deputado afirmou ainda que os parlamentares decidiram abrir uma
comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar a contratação de
uma organização não-governamental (ONG) sem licitação pelo MEC para
produzir o material anti-homofóbico. De acordo com Garotinho, o
valor do contrato é de R$ 1,8 milhão.
"Decidimos suspender todas as nossas medidas diante do compromisso
do ministro de que um novo material não será produzido sem que
sejamos consultados, e não por um pedido dele", afirmou.
A corrupção parece que chegou a
níveis sem precedentes, igrejas no qual deveria mostrar integridade
e esperança ao povo, se envolvem na sujeira de um governo pra lá de
corrupto, é simplesmente vergonhoso ser brasileiro.
Pedimos, por favor sua atenção;
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico). Se
deseja um Brasil justo sem roubalheiras de políticos,
sem destruição do meio ambiente, de o seu apoio no site
abaixo.
http://sfbbrasil.org
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