O Google é acusado de manipular
resultados, e da explicação ao Senado dos EUA
O Google não falsifica seus resultados de busca para
favorecer seus próprios produtos e anúncios, afirmou o
presidente do conselho do Google, Eric Schmidt. O
executivo participou de uma audiência no Senado
americano que analisa denúncias de abuso da empresa no
mercado de buscas.
Membros do painel antitruste do do Comitê Judiciário do
Senado dos EUA afirmaram que o Google tinha se tornado
uma força dominante e potencialmente anti-competitiva na
internet. "O Google está em uma posição de determinar
quem terá sucesso e quem vai falhar na internet",
afirmou o senador Republicano Mike Lee. "Nas palavras do
chefe do da equipe de pesquisa do Google, a empresa é a
maior fabricante de reis na Terra", afirmou.
O Google tem sido amplamente acusado de usar sua
influência no mercado de buscas para bater rivais
envolvidos em negócios em que a empresa também tem
interesses, como pesquisas de viagens, por exemplo. A
Comissão Federal do Comércio americano está investigando
a companhia para saber se o gigante das buscas manipula
seus resultados para favorecer seus produtos. O Google
tenta convencer os reguladores e parlamentares que
restrições a seu crescente portfólio de empresas não são
necessárias, e que suas práticas de negócios são legais
e boas para os consumidores.
O Google controla mais de dois terços do mercado de
motores de busca, mas Schmidt argumentou que sites
especializados em determinadas áreas, como turismo e
restaurantes, são forte concorrência para ele. Em uma
referência indireta à Microsoft, que enfrentou por quase
duas décadas disputas legais por acusações de monopólio,
Schmidt disse aos senadores que o Google tem "A lição de
seus predecessores corporativos".
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