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Primatas correm risco de extinção, diz estudo

Um levantamento sobre a situação dos primatas do mundo nos últimos cinco anos indica que quase metade das espécies desse tipo de animal corre atualmente risco de extinção.



Os dados divulgados pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) - que servem como base para elaborar a "lista vermelha" de espécies ameaçadas da instituição -, indicam a situação é pior na Ásia, onde 71% dos primatas foram classificados como "vulneráveis", "ameaçados" ou "criticamente ameaçados".

A destruição de habitats naturais e, mais recentemente, a caça para o comércio ilegal ou a alimentação explicam a dizimação das espécies, afirmou a IUCN, uma organização que engloba mais de mil governos e ONGs.

"Ao longo dos anos temos expressado nossa preocupação com o desaparecimento dos primatas, mas agora temos dados sólidos que mostram que a situação é muito mais crítica do que havíamos imaginado", disse o presidente do grupo de especialistas em primatas da IUCN e presidente da ONG Conservação Internacional, Russell Mittermeier.

"A destruição das florestas tropicais sempre foi a causa principal, mas agora parece que a caça é uma ameaça séria em algumas áreas, mesmo quando o habitat está intacto", prosseguiu. "Em muitos lugares, os primatas estão sendo literalmente devorados até a extinção".

Situação "assombrosa"
A avaliação geral sobre as 634 espécies de primatas do planeta foi "assombrosa", na descrição de um porta-voz da própria instituição.

Na Ásia estão os cinco países com maior proporção de espécies ameaçadas de primatas: Camboja (onde 90% das espécies estão ameaçadas), Vietnã (86%), Indonésia (84%), Laos (83%) e China (79%).

Em relação à África, os pesquisadores disseram ter considerado mudar para melhor a avaliação dos gorilas que vivem nas montanhas entre Uganda, Ruanda e a República Democrática do Congo.

Entretanto, a instabilidade política nesses países, que coloca os gorilas literalmente no meio do tiroteio, adiou uma reclassificação de "criticamente ameaçados" para "ameaçados".

Na América do Sul, a IUCN considera que 40% das espécies de primatas estão correndo perigo.

Brasil
O levantamento apontou como um "caso de sucesso" - embora ainda motivo de preocupação - a preservação de micos-leões nas florestas brasileiras.

Na sua "lista vermelha", a IUCN passou a considerar "ameaçadas" - e não "criticamente ameaçadas", como antes - duas espécies de micos-leões.

Os micos-leões pretos foram uma das espécies reclassificadas, seguindo a mesma trajetória dos micos-leões dourados na lista de 2003.

De acordo com o relatório, a reclassificação é "resultado de três décadas de esforços de conservação envolvendo inúmeras instituições".

"Os micos-leões selvagens estavam quase extintos, mas eram muito populares nos zoológicos. Havia uma grande população em cativeiro. Por isso, zoológicos ao redor do mundo decidiram unir forças para introduzir um programa de reprodução em cativeiro e reintroduzir os micos-leões no Brasil", explicou Vié.


Apesar do sucesso, a instituição chamou a atenção para a necessidade de proteger as florestas para garantir a sobrevivência dos micos-leões no habitat natural.

"Populações de ambos os animais agora estão bem protegidas, mas ainda são pouco numerosas, gerando uma necessidade urgente de reflorestamento para prover novos habitats para sua sobrevivência no longo prazo", disse o relatório.

A "lista vermelha" completa de espécies ameaçadas, incluindo dados dos primatas e de outros animais, deve ser divulgada no Congresso Mundial da IUCN sobre Conservação, em Barcelona, em outubro.

 

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