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Algas daninhas se espalham por rio importante em Nova York

O riacho Esopus, uma lendária corrente de pesca na região das Montanhas Catskill, em Nova York, é parte integral do sistema de abastecimento de água da metrópole e se tornou um dos mais recentes corpos aquáticos atingidos por infecção da alga Didymosphenia geminata, uma alga unicelular que vem se espalhando rapidamente e é mais conhecida, entre os biólogos e pescadores de todo o mundo, como "catarro de rocha".
 


Ainda que as autoridades estivessem alertas para a expansão da didymo, outro dos nomes pelos quais a alga é conhecida, não localizaram traços de sua presença no riacho Esopus quando avaliaram a região no final do ano passado. Mas um pescador informou a biólogos do Estado, algumas semanas atrás, de que acreditava ter visto os tentáculos acinzentados da didymo envolvendo rochas no piso do Esopus, na região de Shandanken, cerca de 200 km a noroeste de Nova York.

Pesquisadores confirmaram posteriormente a presença de didymo no trecho de 20 quilômetros do Esopus entre Shandanken e a represa Ashokan. Os biólogos acreditam que a alga tenha chegado ao local transportada por pescadores esportivos.

A didymo tem a tendência natural a crescer contra a corrente, nos rios de águas rápidas, mas pode se espalhar ao aderir a equipamentos de pesca, especialmente as galochas que pescadores utilizam para manter o equilíbrio ao caminhar nas águas de rios lamacentos.

A didymo é uma espécie nativa e certas porções da América do Norte, onde costumava ser encontrada em elevações mais altas e águas frias e sem grande presença de nutrientes. Mas nos últimos 20 anos esses organismos unicelulares parecem ter se tornado uma espécie invasiva mais agressiva, e atravessaram o continente, se espalhando da Colúmbia Britânica, na costa oeste do Canadá, a Nova York.

Ao contrário de outras algas, que flutuam na superfície, a didymo se apega às rochas no fundo dos rios, riachos e lagos. Ocasionalmente, cresce de forma furiosa, florescendo de maneira a cobrir todo o leito de um rio, de margem a margem. Isso sufoca os insetos e vermes marinhos dos quais as trutas e outros peixes procurados em pesca esportiva se alimentam.

A didymo não é considerada prejudicial à saúde humana, mas pode crescer em camadas tão espessas que bastam para obstruir entradas de água. E o apelido "catarro de rocha" tem seu motivo - a alga costuma crescer na forma de massas longas, gosmentas, que se assemelham a papel higiênico molhado. A despeito de sua aparência repulsiva, ela não é gosmenta ao tato. A sensação é semelhante a de pegar em algodão molhado, e não é fácil rasgar as fibras da alga.

A didymo atraiu a atenção dos biólogos em 2004, quando foi localizada na Ilha Sul da Nova Zelândia. Não havia registros de sua presença no Hemisfério Sul, anteriormente. Mas desde que foi descoberta lá, a espécie se espalhou a mais de 120 rios e riachos na Ilha Sul. Sua floração reduziu severamente a população de peixes e transformou rios de águas rápidas e fossas quase estagnadas.

Os cientistas acreditam que um pescador dos Estados Unidos tenha colocado galochas ainda úmidas em sua bagagem antes de uma viagem de pesca à Nova Zelândia. Em um esforço por impedir que a didymo atinja também a Ilha Norte, a Autoridade de Pesca e Fauna da Nova Zelândia proibiu o uso das galochas com solas de feltro no país, e transformou em crime passível de pena de até cinco anos de prisão o transporte deliberado de didymo de um rio para outro.

Nos Estados Unidos, a Agência de Proteção Ambiental (EPA) considera a alga como uma espécie invasiva, e diversos Estados seguem essa classificação, ainda que nenhuma dessas autoridades tenha proibido o uso das galochas. No entanto, os fabricantes estão desenvolvendo versões alternativas nas quais o feltro da sola é substituído por borracha, e elas começam a ganhar popularidade entre os pescadores.

A Dra. Sarah Spaulding, ecologista do Serviço de Levantamento Geológico dos Estados Unidos, em Boulder, Colorado, estudou a didymo intensivamente e diz que entre os traços do micro-organismo está a capacidade de sobreviver longe da água por um ou dia ou mais, o que torna fácil que pescadores a carreguem inadvertidamente com eles quando se deslocam de rio a rio.

Ainda mais preocupante é que, se mantida em local frio e úmido - como o portamalas de um carro-, a didymo pode sobreviver por até 90 dias na sola de feltro de uma galocha, segundo Spaulding.

A alga apresenta outros mistérios. Suas flores destrutivas não são geradas por excesso de nutrientes da água - muitas vezes causadas por subprodutos da atividade humana-, como acontece com outras variedades de alga. A espécie pode florescer mesmo em águas praticamente intocadas. Spaulding afirmou que não se sabe o suficiente sobre a didymo para determinar se sua recente difusão geográfica e comportamento mais agressivo se devem a mudanças ambientais ou mutações genéticas, ou eram apenas parte de um ciclo natural que jamais havia sido observado anteriormente.

Os biólogos teorizam que os riachos nos quais as águas corram livremente sejam habitats menos favoráveis para a didymo do que aqueles que se conectam a uma represa.

Leslie Surprenant, que coordena a gestão de programas de combate a espécies invasivas no Estado de Nova York, disse que não há meios conhecidos de erradicar a didymo, depois que esta se estabelece. O melhor que se pode esperar, ela disse, é que seja possível desacelerar sua difusão, por meio de programas de informação aos pescadores e outros que usam os riachos infectados.








 

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